NN
Hoje mesmo, 8 de Novembro, a partir das 18 horas, na sede da Junta de Freguesia de Quarteira, vai ser apresentado publicamente o «Plano de Urbanização de Quarteira Norte-Nordeste».Será uma sessão aberta, com o objectivo de apresentar a proposta do plano, e “auscultar as expectativas, intenções e interesses particulares” para aquele espaço de terreno.
Segundo nota da CML, o plano “teve em atenção as opções de estratégia ao nível da política municipal de Ordenamento do Território, permitindo a criação de infra-estruturas, bem como o reordenamento urbano da cidade”.
Na óptica daquela autarquia, o plano “irá garantir a circulação, o número de acessos necessários e respectivas bolsas de estacionamento, a criação de uma estrutura verde de lazer, suporte e enquadramento, a requalificação do tecido urbano existente em articulação com o proposto, bem como a distribuição equitativa dos custos e benefícios, procurando, dentro do possível, que esta possa ser feita através do próprio desenho e regulamentação do plano” – seja lá o que isso queira dizer. NN
Veremos como se prevê a difícil articulação dos “interesses particulares” e as “opções de estratégia ao nível da política municipal”.
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A GNR prepara-se para abandonar 108 postos que compõem o seu efectivo territorial, com as alterações que estão previstas para as próximas semanas – segundo informação recolhida no 
Foi aprovada, em Conselho de Ministros, a versão final do Decreto-Lei que estabelece o regime jurídico do «Sistema Nacional de Qualificações» e define as estruturas que regulam o seu funcionamento.
Já vi lá passar José Mendes, o presidente da Junta de Quarteira; já vi passar lá o seu substituto Carlos Catarino; já lá vi passar, várias vezes, o vogal, Felizardo Pinto; já vi lá passar o tesoureiro Antonio Gonçalves Cova; já lá vi passar o líder do grupo do PS na Assembleia de Freguesia, Ezequiel Tomás; já vi lá passar a líder da MIUPQ, Gilberta Alambre e o líder do MIC Filipe Viegas; já lá vi passar quase todos os elementos da Junta e da Assembleia… 








As autarquias do litoral algarvio começaram este ano a pagar taxas pelos espectáculos e actividades desportivas realizadas à beira-mar.
Parece que, ao Estado, o que interessa é arranjar dinheiro a qualquer custo, por mais absurdos que os processos de recolha se nos afigurem.