já fizeram uma visitinha

Amazing Counters
- desde o dia 14 de Junho de 2007

domingo, 16 de agosto de 2009

Legislativas: Jerónimo de Sousa dixit

"o ps tem uma posição imobilista"
O secretário-geral do PCP Jerónimo de Sousa disse ontem, numa sardinhada em Monte Gordo, perante uma centena de comunistas, que o seu partido não vai compactuar com as políticas do Partido Socialista em troca de lugares no governo e negava, assim, uma possível coligação.

Jerónimo reagia deste modo à entrevista de Ferro Rodrigues ao semanário «Expresso» que, para um futuro governo minoritásrio PS, excluiu um acordo com o CDS-PP, mas, ainda que não fechando portas a um bloco central, considerou que se o PS não tiver maioria absoluta deve desafiar o PCP e o BE para o governo.

"Não nos ofereçam lugares com base na cumplicidade daquilo que está mal na sociedade portuguesa disse Jerónimo de Sousa - o PS tem uma posição imobilista e não pode pedir ao PCP que assine de cruz uma política que consideramos desastrosa”.

Saída da boca do líder do Partido Comunista, esta afirmação sobre a «posição imobilista» do Partido Sociaslista tem qualquer coisa de surrealista, não tem?

Woodstock, quarenta anos depois

today is the first day of the rest of your life
Nunca conheci ninguém que tivesse estado em Woodstock. E vivi sempre com essa pena.

Cresci escutando os amigos mais velhos dos meus irmãos a rolarem palavras doces como caramelos «noivos» na boca; palavras que floresciam em sonhos inatingidos: Woodstock, freedom… ou expressões de romantismo sublime e diferente: «make love, not war»

Falavam de contracultura, de hippies, de beatniks, do «summer of love». Discutiam o «World's First Human Be-In», recordavam o «Monterey Pop Festival» ou falavam de coisas que eu não entendia então: «Turn On, Tune In, Drop Out» ou do «Free Speech Movement», de anarcho-punk e post-punk.

Menorizando o «All You Need is Love» dos Beatles, escutavam gravações em banda magnética dos improvisos de Jimie Hendrix sobre os compassos do hino estado-unidense, ou as canções de Bob Dylan a dizer-nos que «os tempos estão a mudar». E mudaram. Desde esse fim-de-semana que foi de 15 a 18 de Agosto, faz agora, precisamente, 40 anos. Passara apenas um mês após a alunagem da Apolo 11.

Woodstock, sem que alguém o tivesse pressentido, iria, com efeito, mudar o mundo.

Por esses tempos, os Estados Unidos estavam emocionalmente divididos: de um lado, que apoiavam a guerra do Vietnam, num apoio pátrio desmedido: “Ame-o ou deixe-o”.

Do outro lado estavam os hippies, os pacifistas, os artistas e os intelectuais Alguém idealizou para a cidade de Woodstock, no estado de Nova Iorque o que, talvez eu nunca venha a saber porquê uma «Exposição Aquariana». Nessa pequena cidade viviam músicos dessa contracultura, como Janis Joplin ou Bob Dylan. Mas a população não aceitou o incómodo de um mega-concerto e, por isso, os organizadores levaram o evento para uma fazenda nos arredores de Bethel Woods, a uma hora e meia de distância.

Tudo tinha sido pensado para receber cerca de 50 mil pessoas. Mas o anúncio de várias bandas de contracultura num mesmo lugar (Joan Baez, Grateful Dead, The Who, Jimi Hendrix, Janis Joplin, Crosby, Stills e Nash.) transformou o Woodstock num ímã que atraiu pessoas de todo o país.

Nos primeiros dias de Agosto, já estavam vendidos 200 mil ingressos; mas na véspera do início do festival mais de 500 mil pessoas tinham chegado ao recinto, provocando problemas relacionados com falta de comida, limpeza, estacionamento, trânsito e até com água potável. Tornara-se «impossível» acolher tanta gente.

Quando os músicos começaram a chegar, o engarrafamento ficou gigantesco; os carros foram abandonados no meio da estrada e as pessoas foram andando para o recinto inicialmente vedado. Tornou-se impossível controlar tanta gente e o festival transformou-se num evento grátis quando as vedações ruíram. Choveu copiosamente nesses três dias, mas isso não esmoreceu ninguém: nem músicos, nem assistência.

Por uma vez, a chuva durou nove horas seguidas tornando todo o recinto num imenso lodaçal. O festival esteve interrompido mas ninguém arredou pé, esquecendo os ossos molhados, a lama, a fome, a sede… Talvez tudo isso tenha contribuído para que, além do rock’n roll, tenham caído tabus e barreiras, tenha havido sexo e drogas – porque «Today is the first day of the rest of your life».

Uma nova moral, uma nova ética, novos valores tinham sido cultivados na cabeça das pessoas. Woodstock espelhou essa mudança e explodiu na mente e formação da juventude de então.

E germinou, explêndida; criou raizes e permaneceu presente dentro dos que se permitem sonhar e acreditar na realização de seu sonho.

Sonho que, felizmente, ainda não acabou…

E tudo aquilo cresceu em mim e se manteve, numa áurea mística que passou sem que eu pudesse atingir fisicamente.

Por isso eu sempre tive pena de não ter conhecido ninguém que tivesse estado em Woodstock. Como nunca conheci ninguém que tivesse acariciado uma pedra recolhida na Lua.

Concertos Allgarve em Quarteira 3

para recordar e matar saudades dos abba
Desta vez, o Allgarve do ministro da Economia desloca-se para o Vila Sol Spa & Golf Resort , para apresentar, às 22.00 horas do próximo dia 18, os Abba Gold, uma das melhores bandas de tributo aos famosos ABBA.

Quem tiver disponibilidades financeiras e muitas saudades de Björn Ulvaeus Benny Andersson, e as vocalistas Agnetha Fältskog e Frida Lyngstad, já sabe onde passar o serão, pois, a seguir ao espectáculo, haverá uma «festa temática».

sábado, 15 de agosto de 2009

Foi bonita a festa, pá!

onde se soube que o bota não quis tampa
Não gostei nada daquela ideia das pulseirinhas, pronto. Fazem lembrar algemas e eu prezo a liberdade sem amarras.

Mas de resto, esteve tudo nos conformes: As muitas centenas de bandeirinhas laranja distribuídas, e isso. Muitos dos velhotes presentes foi, com certeza, a primeira vez que tiveram uma bandeira nas mãos; mas só soube de um que, na mesa vizinha, perguntava “mas quem é aquele e porque é que está zangado?”.

O “aquele” era o Mendes Bota e não estava zangado. Apenas dava espaço aos seus dotes histriónicos para dar uma no cravo e outra na ferradura: “batam palmas à nossa líder Manuela Ferreira Leite e batam palmas também a Pedro Passos Coelho, que não queremos que seja afastado do nosso partido”.

Ao que parece, Bota está já a preparar terreno, uma vez falhada a sua grande hipótese chamada Filipe Menezes e as alternativas que tentou. Tem andado a jogar no cavalo errado, pelo que se percebe. O próximo será Passos Coelho.

E percebemos os porquês. Ele explicou: “Nunca foi do meu estilo e não é do meu gosto levar duas tampas seguidas da mesma rapariga no mesmo baile”. Portanto, fica clara a intenção da escolha do novo par…

Não se percebeu é porque haveria de ser ele a encerrar os discursos, relegando o vice-presidente do Partido para uma posição secundária.

Aliás, Aguiar Branco deu mostras de não estar à altura da música de fim de festa: a sua afirmação de que se suspeita “porque é que há alegadas pressões sobre os magistrados no caso Freeport” foi feita com uma clara falta de convicção. Certamente, Aguiar Branco não terá escutado a entrevista de Medina Carreira, há dias, na Sic Notícias, de que nos fizemos eco. Se tivesse escutado, iria evitar, com certeza a afirmação de que “temos em Portugal um Governo sob suspeita [porque os socialistas] pretendem um Estado não para servir os portugueses mas para servir o Partido Socialista”.

É que o grande economista já tinha dito isso por outras palavras. Mas fez questão de explicar que, neste caso, os governantes portugueses, sejam de que partido forem, agem todos da mesma maneira – usando palavras agora de Aguiar Branco, com “uma visão sovietizada da sociedade”. Seja lá isso o que quer que seja que signifique.

Mas, pronto, voltemos à festa, onde a grande predominância dos cabelos brancos eram sinal evidente de que a juventude se afasta, cada vez mais, do universo da política caseira.

Foi um momento bem aproveitado por Bota para lançar palavras de ordem na defesa do Partido e da sua missão.

Porque, quer queiramos ou não, quer gostemos ou não de Bota (e eu confesso não ser um dos seus… incondicionais), a verdade é que a estrela da noite não foi nenhum dos outros oradores. Foi ele: o homem que recusou levar uma segunda tampa.

E, no entanto, pelo menos na região algarvia, o «pontal» serviu para não atiçar ânimos contra a candidatura de Bacelar. Só por isso, já valeu a pena.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Governador Civil tomou posse

tenente-coronel carlos silva gomes
Em cerimónia presidida pelo ministro da Administração Interna, Rui Pereira, realizada no Ministério da Administração Interna, em Lisboa, a que assistiram o Secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, José Magalhães e Secretário de Estado da Protecção Civil, José Medeiros, tomou hoje posse o novo governador civil do distrito de Faro, Carlos Silva Gomes, juntamente com os novos governadores civis de Aveiro, Braga, Setúbal e Viseu.

Silva Gomes, encara o cargo em que foi hoje empossado “como uma missão de serviço público, em prol do bem-estar de todos os cidadãos e de um Algarve mais justo e solidário” e sublinha que pretende dar continuidade às linhas programáticas seguidas nos últimos dois anos por este órgão ao serviço do Governo da República e das populações no distrito.

Carlos Silva Gomes tem 48 anos, é casado, é Tenente-Coronel da GNR. Desde 2007 e até hoje, exerceu o cargo de chefe do gabinete da governadora civil de Faro.

Mensagem do novo governador civil

Ao tomar posse como governador civil do distrito de Faro, faço-o com a noção de que a minha nomeação consiste numa opção muito clara de continuidade do trabalho desenvolvido pela Dra. Isilda Gomes, cuja equipa integrei desde o ano de 2007.

Consciente da enorme responsabilidade que esta nomeação representa, procurarei desempenhar as funções que lhe estão inerentes, dando seguimento às linhas programáticas seguidas nestes últimos dois anos, privilegiando essencialmente o diálogo e a cooperação permanentes com todos os sectores da sociedade algarvia, no sentido de reforçar a inclusão, a solidariedade, a verdadeira igualdade de oportunidades e o exercício pleno da cidadania, colocando sempre em primeiro lugar as pessoas e o interesse público.

Responder com seriedade e rigor a este importante desafio pessoal e profissional, é o meu objectivo. Trabalharei diariamente com todos os que me acompanham, para que, ao concluir esta missão de serviço público, possa fazê-lo com a consciência de ter contribuído, mesmo que modestamente, para um Algarve mais justo e mais solidário.

A minha especial saudação vai para todos os cidadãos que, tendo como compromisso a manutenção da segurança e do bem-estar social de todos os que residem e trabalham nesta região, partilharão comigo e com a minha equipa, esforços e vontade para lograrmos cumprir essa nobre missão.
A todos, obrigado!

Carlos Silva Gomes

Remodelação da pista de ciclismo do estádio

p'ró ano também há voltas...
O executivo da Câmara de Loulé e técnicos da autarquia reuniram hoje com o presidente da Associação de Ciclismo do Algarve Peter Junek, designer internacional de velódromos. A reunião destinou-se a discutir detalhes sobre a remodelação da pista Bexiga Peres, no Estádio Municipal de Loulé, a fim de criar condições para a competição.

Para além da remodelação do piso, prevê-se o encurtamento do perímetro da pista que passará de 430 para 400 metros.

A pista Bexiga Peres, criada em 1950, substituiu a anterior, uma das maiores e mais antigas do país, em terra batida. Recebeu um tapete de asfalto em 1971, sendo a partir de então final de etapa para voltas a Portugal e ao Algarve, e local de realização de festivais de pistas.
.
A Volta a Portugal não veio ao Algarve. Talvez no ano que vem, E as eleiçoes são daqui a dois meses...

Reggae no Calçadão

música e animação pela noite dentro
Como se sabe, será já em 21 de Agosto, que se irá realizar a terceira edição do Festival Surfóreggae, promovido pela Câmara de Loulé e Associação Dinamika.

Para os concertos dos ritmos jamaicanos, a organização conta com bandas nacionais, sendo cabeça-de-cartaz os «Mercado Negro», a banda de Messias, ex-Kussondolola. Do cartaz fazem parte ainda os «Souls of Fire», os «Original Electro Groove» e o colectivo «Jula Jah Soundsystem».

A par dos concertos, o festival apresentará também um vasto programa de animação, a partir das 16h00: prancha mecânica, matraquilhos, performances, animação de rua, box machine e aulas de iniciação ao surf.

Hoje é a festa do Pontal, sem líder

partido social democrata no calçadão
Imagem: Foto da festa do ano passado, do semanário «barlavento»
O Partido Social Democrata do Algarve vai ter hoje o seu anual «mo-mento de glória» determinado por Mendes Bota: a chamada «Festa do Pontal».

O Calçadão de Quarteira vai ser palco do repasto e dos discursos de Mário Botelho, José Graça, Seruca Emídio, Fábio Bota, Aguiar Branco e, naturalmente, Mendes Bota, presidente da estrutura algarvia do partido.

O momento que poderá suscitar o maior interesse será a chamada ao palco, no encerramento da festa, já perto da meia-noite, de to-dos os cabeça-de-lista pelo PSD às assembleias de freguesia, assem-bleias municipais e câmaras municipais, bem como os candidatos a deputados pelo Algarve nas próximas eleições legislativas – ainda que a chamada de tão longa lista possa prolongar- -se para além do fastidioso.

Sobre o que pensamos sobre este «pontal», o semanário «barlaven-to» veio tirar-nos as palavras da boca, do que já augurávamos e aqui reproduzimos, depois de termos estado na festa do ano passado:

  • "A edição de 2009 da Festa do Pontal vem provar aquilo que se antevia em 2008 – o que para muitos era considerada a rentrée política, passou a uma mera festa de convívio-popular dos militantes e simpatizantes social-democratas.

    Mendes Bota, como político experimentado, sabe bem que as repercussões do actual modelo da Festa do Pontal não passam do Calçadão de Quarteira e as suas repercussões não agitam coisa nenhuma, com os intervenientes previstos
    ".

É tempo de que se reflicta sobre o que se pretende com esta festa anual. A persistir-se neste modelo, mais ano menos ano, poderá transformar-se num mero pic-nic ou numa sardinhada, sem outro significado que o do reencontro de velhos amigos.


quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Onde se fala da classe política portuguesa,

num grande caso bpn e... de corrupção
Quem escutou Medina Carreira ontem no programa «Negócios da Semana», da SIC Notícias, deu por bem empregue o seu tempo, com certeza.

Num tom vivo, polémico e bem-humorado, o ex-ministro das Finanças declarou repetidamente, e com exemplos, que a actual classe política portuguesa está mais interessada em fazer os seus negócios, do que em fazer uma aposta séria na captação de investimento estrangeiro para o País.

Num estilo inconfundível, fez um diagnóstico do país e da governação, com ataques mordazes a todo o espectro político português.

Entre as opiniões certeiras, e controversas, uma das figuras mais criticas do estado das finanças públicas portuguesas deixou uma série de afirmações no ar que vale a pena reter:

“ a mediocridade está instalada nos partidos; por conseguinte, a competição não convém. Aquilo são feudos, onde eles vão tratando das suas respectivas vidas”

“sempre que um partido em Portugal tem maioria absoluta, os deputados ficam reduzidos a zero. Se tem maioria relativa, há estas contendas brutais em que o PSD está metido porque sabem que sem ir ao Governo não têm lugares para tratar da vida e dos negócios e, portanto, degladiam-se para ver se têm acesso aos lugarzitos que restam. Isto é a vida partidária”.

“O poder é negócio. [Alguns] que entraram para o Governo e eram uns pilha-galinhas e hoje são riquíssimos”.

“[querem tomar conta do Orçamento] para empregar os primos, os tios, para fazer negócios de auto-estradas e outras coisas no género”.

“Há 14 anos que o PS e o PSD estão no Governo e não fizeram nada de útil”.

“Um país pobre só com gente capaz é que consegue mudar”.

E até deu receitas /conselhos que foram direitinhos a Sócrates:

“Baixar o IVA é uma medida que pode dar dinheiro aos pobres”.

“É pedir a um craque, um Dr. Silva Lopes, uma pessoa com envergadura, e dizer … ó sr. Dr, tenha paciência, em três meses faça-me um levantamento [para saber as razões por que as empresas não se fixam em Portugal]”

“Sabe o que eu faria para combater a corrupção? Pedia aí ao Dr. Carlos Alexandre, ao Dr. João Palma e ao Dr, Carlos Anjos da PJ e dizia: os senhores façam-me aí um projecto de lei e digam-me de que meios precisam para combater a corrupção. E pronto; em 3 meses eu tinha um projecto-lei. Porque eles é que sentem as dificuldades no terreno”.

“Mas ninguém quer combater a corrupção. Quer tudo fingir. É que a corrupção serve muito boa gente”.

Isilda Gomes despediu-se da imprensa

disse que vai lutar pela «regionalização»
Imagem: foto do «Região Sul: a ex e o futuro governador civil de Faro
Será um dos dias mais felizes da minha vida quando o Algarve for uma região por direito. Já o é de facto. Será por direito”, afirmou Isilda Gomes na despedida do cargo de governadora de civil de Faro, segundo o jornal online «Região Sul».

A governadora demissionária falava num encontro com a comunica-ção social, hoje, para o balanço dos dois anos que esteve no cargo. Mas afirmou que “os cidadãos é que terão de fazer essa avaliação”.

Isilda irá para a Assembleia da República, porque é a número três da lista PS pelo círculo eleitoral do distrito. E confessou querer ver a «regionalização» ser uma realidade.

Para o seu sucessor, Silva Gomes, o actual chefe do seu gabinete, não deixou qualquer “linha de orientação a traçar”. “Sei que vai dar boa conta do recado” – disse.

Autárquicas: PS/Loulé - Quarteira tem listas II

poucas surpresas nas listas para as freguesias
Imagem: O cabeça de lista socialista para Quarteira - Ezequiel Tomás
Na reunião de ontem do Partido Socialista de Loulé foram também apresentados os cabeças-de-lista para as assembleias de freguesia do concelho:

Almancil – João Martins (presidente da Junta);
Alte – Maria Alice Madeira (derrotada nas eleições de 2005);
Ameixial – Abílio Sousa (presidente da Junta);
Benafim – José Manuel Sousa (derrotado nas eleições de 2005);
Boliqueime – Rui Mogo (presidente da Junta);
Quarteira – Ezequiel Tomás (derrotado nas eleições de 2005)
Querença – Alberto Guerreiro (estreia);
Salir – Piedade Carrasquinho (presidente da Junta);
São Clemente – Pedro Oliveira (presidente da Junta);
São Sebastião – António Almeida (derrotado nas eleições de 2005);
Tôr – Carlos Palma (estreia).

Podemos ainda anunciar os nomes dos candidatos que, encabeçando a lista do PS para a freguesia de Quarteira constituiriam, em caso de vitória, o executivo socialista: Ezequiel Tomás, Isidoro Correia, Sónia Santos e Michael Viegas.

NOTA: Temos de lamentar o laconismo da nota de imprensa difundida pelo PS/Loulé, que, ao contrário com o que acontece com os outros partidos, inviabiliza aos órgãos de comunicação a confirmação todas as informações recolhidas.

100 mil euros para o Olhanense

fátima felgueiras foi a julgamento; e agora?
O Turismo do Algarve decidiu assumir-se como um dos patrocinadores do Olhanense, durante a próxima época, atribuindo ao clube uma verba de 100 mil euros. Em contrapartida, haverá a garantia da marca Algarve passar a figurar na parte de trás das camisolas do Olhanense e na área dos «flash interviews».
.
Nuno Aires, responsável pela Entidade Regional de Turismo do Algarve «confessa» que “este é o primeiro acordo de patrocínio destas dimensões celebrado entre o Turismo do Algarve e um clube de futebol da região” e admite que este «apoio» para a temporada de 2009/2010, pode “ser renegociado”.
.
Todos sabemos que as empresas atravessam dificuldades financeiras e, portanto, os patrocínios rareiam.

Mas será necessário que saia dos cofres públicos o dinheiro para pagar chorudos vencimentos e outras mordomias a futebolistas e treinadores? O argumento de que o futebol é um veículo publicitário já foi convenientemente estudado em termos de retorno?

Ou a antiga RTA, hoje ERTA, não sabe o que fazer ao dinheiro?

É que «quem não é para cavadelas não se mete nelas» e o problema do Olhanense é dos seus sócios e dirigentes. Não de todos nós.

Folclore internacional vem até nós

cipriotas vão actuar em quarteira
No próximo dia 17 de Agosto, na Praça do Mar, irá realizar-se um espectáculo integrado no «Folkfaro 2009», festival de folclore internacional promovido pelo Grupo Folclórico de Faro.

Actuarão em Quarteira: o Grupo Etnográfico da Serra do Caldeirão, o Rancho Folclórico de S. Sebastião e o Grupo Folclórico do Município de Iskele, do Chipre.

Outros agrupamentos estrangeiros actuarão noutras localidades do concelho de Loulé: o Conjunto Proyecciones Folklóricas “Mi Orgullo Panama”, dia 18, em Querença; os russos do Grupo Nacional de Folclore “Rovesniki”, dia 19, em Boliqueime; os colombianos Fundación Artística y Cultural Imagen y Expresion, dia 20, em Alte; o Grupo Folclórico de Nemunas, da Lituânia, dia 21, em Salir; e, finalmente, de novo, o grupo colombiano Fundación Artística y Cultural Imagen y Expresion, dia 22, em Loulé.

Autárquicas: PS/Loulé já tem listas - I

habilidade política na lista candidata à câmara
Imagem: Os candidatos - Joaquim Vairinhos (CML) e Jamila Madeira (AML)
Finalmente, na madrugada passada, a Comissão Política do Partido Socialista de Loulé aprovou as suas listas. E, tanto quanto o twitter funcionou bem, não se pode dizer que a proposta do presidente da concelhia tenha sido recebida com grandes surpresas. Particularmente a lista da vereação onde, Victor Faria, o «estratega» da actividade da Comissão Política, não figura.

Como, aliás, igualmente não figura nas listas concorrentes a qualquer órgão municipal, pois o cabeça-de-lista para a Assembleia Municipal será Jamila Madeira, a que se seguirá Hugo Nunes. Uma decisão que não terá sido fácil pois, tanto quanto à distância se percebeu, nenhum dos elementos propostos se sentiria atraído pela excelência do cargo. A lista concorrente à Câmara Municipal (aprovada por unanimidade e aclamação), como se sabe há muito, é encimada por Joaquim Vairinhos, a que se segue um independente que, nas últimas eleições concorreu contra o Partido Socialista na freguesia de Quarteira: João Felizardo.

Logo a seguir, uma nova surpresa: uma ilustre desconhecida da maioria: Fátima Coelho, ex-funcionária da câmara de Loulé, outra independente.

Em quarto lugar, finalmente, uma «não-surpresa»: João Martins, que já concorrera nas eleições anteriores e que, uma vez mais, apresenta uma dupla candidatura: à Câmara e à Assembleia de Freguesia de Almancil. Uma manobra que, certamente, não passará despercebida aos almancilenses.

Na quinta posição, vem Luís Oliveira, que traz consigo duas credenciais: ser jovem e ser filho do ainda presidente da Junta de Freguesia de São Clemente.

No sexto lugar surge Hortense Morgado, que sobe um lugar relativamente às anteriores eleições. É o que se pode considerar uma manobra estratégica e uma vitória contra a estrutura concelhia, que não tem apreciado muito o voluntarismo e audácia da candidata que, presentemente, é a «vereadora para as faltas», na oposição ao actual executivo municipal.

Na sétima posição, outra mulher: Neusa Gavaia, de Almancil, um elemento fiel da equipa de João Martins.

Em oitavo lugar figura Victor Ferro. É um apelo aos eleitores do barrocal, particularmente aos de Salir.

Fecha a lista dos candidatos efectivos Abílio Sousa, actual presidente da Junta de Freguesia do Ameixial.

A lista de suplentes ficou assim constituída: Isabel Andrade, Ricardo Tomás, Eleonora Correia (JS), Michael Viegas, e Rui, filho de Joaquim Vairinhos.

Ao contrário do que se ouvia dizer serem as intenções dos estrategas da estrutura concelhia, parece (ou é evidente) que, afinal, Joaquim Vairinhos fez valer a sua vontade; e a lista para a câmara reflecte o seu tacto de velha raposa política.

Ressalta, antes de mais, a forma como ficou livre de um «peso incómodo» que seria Victor Faria que, ontem mesmo, se demitiu, presumindo-se que pelo facto de não ter sido incluído nas listas a que se julgaria com direito.

Depois, entende-se que Vairinhos jogou forte nas freguesias mais populosas: Quarteira, São Clemente e Almancil.

Para Quarteira torna-se evidente que a estratégia passou por tentar juntar «sensibilidades»: meteu nas listas um elemento que pertenceu ao IUPQ (Felizardo), outro que pertenceu ao MIC, (o filho do seu amigo Filipe Viegas, Michael) e cativou, para segundo nome feminino, a coordenadora do secretariado (Hortense Morgado) sabendo que esta, mesmo fora do número de elegíveis, arrastará provavelmente o grosso do eleitorado socialista e, possivelmente, fará acalmar o próprio secretariado da Secção, que não se conforma com a forma como foi feita a designação do candidato à Junta.

É uma tentativa inteligente de tentar unir a «família socialista».

Para «segurar» Almancil, colocou entre os elegíveis o «dinossauro» almancilense João Martins, não o deixando sair da lista para a Assembleia de Freguesia, obstando assim a uma eventual derrota do delfim deste, que se irá perfilar em segundo lugar na lista da freguesia. Além disso, fez incluir uma já quase «histórica», apesar de ainda jovem almancilense: Neusa.

Jogando forte também na sua própria freguesia de origem, Vairinhos colocou, ainda em lugar elegível, o filho do actual presidente da Junta, obrigando este autarca «acomodado» a um «esforço suplementar» para captar eleitores.

Falta ver agora como o eleitorado louletano vai encarar o peso dos elementos de residentes em Quarteira/Vilamoura na estrutura proposta (o próprio Vairinhos, Felizardo, Fátima, Hortense, Ricardo, Eleonora e Michael).

Suspensa a concessão do Forte Novo

praia sem vigilância a partir de agora
A Capitania de Faro ordenou, ontem à tarde, o encerramento do concessionário da praia do Forte Novo.

A ordem foi consequência de se verificar que a concessão não tinha nadadores salvadores suficientes. O concessionário admite a falha, mas justificou-se dizendo que só conseguiu contratar um nadador salvador.

Agora não há nenhum!... Mas as pessoas continuarão a afluir, é claro. Com ou sem nadador.