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sábado, 5 de setembro de 2009

Legislativas: Ilusionismo político

do governo no Algarve; da câmara no concelho
Imagem: Montagem de Galiós
Não tem sido nosso hábito reproduzir ou fazer no ‘Calçadão’ referên-cias aos comunicados dos partidos políticos. Se o fizéssemos, relati-vamente a todos os que nos chegam à mão, não faríamos mais nada

Abrimos aqui uma excepção para fazer referência ao que foi emitido após a reunião da Comissão Política Distrital do PSD/Algarve da semana passada, em Loulé.

O comunicado denuncia o que classifica de “política de ilusionismo e de espectáculo eleitoralista” do Governo em relação ao Algarve.

Realça o comunicado que “é a primeira vez que um governo não exe-cuta durante um mandato inteiro, com dinheiros do Estado,nenhuma obra verdadeiramente significativa e estruturante para o Algarve”.

E esclarece: a barragem de Odelouca é financiada com empréstimo bancário, que os algarvios irão pagar no preço da água consumida; a reconversão da EN 125, os Polis da Costa Vicentina e da Ria Formosa, o Hospital Central do Algarve são obras que não passaram do papel. E denuncia-se “o esforço desesperado dos governantes, para vir à pressa dar a mão aos seus autarcas de Faro, Portimão, Lagos e Aljezur, entre outros, numa partidarização despudorada da acção governativa”.

Conclui o comunicado: “Pior, era impossível. O PS terá que responder por tudo isto nas urnas, e muito mais”.

Os algarvios podem compreender que a crise económica que atingiu todos os países não dava grande margem de manobra ao Governo para fazer obra. Mas não poderia ter feito qualquer coisinha pelo Algarve?

Uma coisa é certa: a «obra no papel» está a fazer «escola». Seruca Emídio, afinal, apenas copia o que faz o Governo de Sócrates! Não acusem, pois, apenas o edil...

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Foi a CML que criou as Novas Oportunidades?

câmara de loulé distribui diplomas
Imagem: A distribuição dos diplomas - foto do arquivo da CML
A Câmara de Loulé emitiu um comunicado a informar que procedeu à “entrega dos certificados e diplomas RVCC a cerca de cem funcionários da Câmara Municipal de Loulé, no âmbito do Programa Novas Oportunidades”.

Esclarece a autarquia que “esta iniciativa permitiu identificar, validar e certificar as competências adquiridas ao longo da vida por estes trabalhadores que não possuíam o 4.º, 6.º, 9.º ou o 12.º ano, mediante a apresentação de resultados da sua experiência (de vida, trabalho e resultante de formação não certificadas). No final deste processo foi-lhes entregue um certificado escolar, passado pelo Ministério da Educação".

Depois, continua a nota oficiosa: “Demonstrando uma visível vontade de apostar no aumento da qualificação dos colaboradores da autarquia, a edilidade definiu como uma das suas prioridades abraçar a Iniciativa Novas Oportunidades […]”.

Seguem-se umas quantas descrições banais sobre o processo RVCC, onde 40 trabalhadores autárquicos estão ainda em formação para concluir o processo referente ao 9.º ano, e 180 ao 12.º ano.

A nota prossegue com esta declaração notável de Seruca Emídio, na distribuição dos diplomas: “Deste modo, pretende-se dar uma oportunidade aos nossos colaboradores de verem reconhecidos os conhecimentos e competências que foram adquirindo por via não formal ou informal, em diferentes contextos de vida e trabalho, legitimando e certificando essas competências”.

E conclui: “Investimos numa formação melhor, de funcionários melhor preparados, com melhor formação. A população do concelho olha com muita atenção para aquilo que nós fazemos e inclusive outros municípios também já começam a ver a câmara e o município de Loulé como uma referência em muitas áreas”.

Fantástico!

Ficamos, deste modo, a saber que o programa «Novas Oportunidades» não é uma iniciativa do Ministério da Educação do Governo actual, mas, sim, que se fica a dever a um notável e raro “investimento numa formação melhor” da Câmara de Loulé.

Até os outros municípios têm inveja!

Na ânsia de apresentar “serviço”, a edilidade perdeu o sentido do ridículo.

Autárquicas: Dinis, CDS com 'timbre' e 'raiva'

eles comem tudo não deixam nada para quarteira
Imagem da «Voz de Quarteira» - A reunião com os candidatos e apoiantes CDS/Quarteira
Já há dias que o candidato PS à Câmara de Loulé, Joaquim Vairinhos, tem companhia em mini-outdoors espalhados pela cidade: Isidro Dinis que, sob o signo do CDS-PP, se apresenta como candidato à Junta de Freguesia de Quarteira.

Até aqui, nada de novo. A novidade chega através de uma notícia do online da «Voz de Quarteira» que dá conta de que os elementos da sua lista se reuniram em 16 do mês passado e que o candidato ao cargo maior da autarquia de Quarteira, nesse encontro, publicitou as ideias “nucleares” que enformarão o seu programa eleitoral.

Com poucas novidades, já que se limitou a apontar as conhecidas carências da cidade, o candidato jogou farpas certeiras à Câmara de Loulé – “Estamos a ver diariamente em Loulé obras megalómanas. Ainda agora o caso do Cineteatro, que está a ser recuperado com verbas muito elevadas resultantes do Casino de Vilamoura. Vai tudo para Loulé e Quarteira fica sem nada. Faz lembrar aquela canção do Zeca Afonso: ‘Eles comem tudo e não deixam nada’ para nós, Quarteira”.

Entre as considerações de Isidro Dinis, para além de um remoque manifestamente dirigido ao candidato do PS à Junta – “(…) depois, há muito lixo nas ruas” - avultam as críticas ao actual presidente da junta:
  • “(…) para isso é preciso ter ideias e o presidente da junta não tem ideias. Limita-se a gerir aquilo que os outros pensaram há muitos anos e até acabou com algumas”;
    .
  • “(…) vou muitas vezes à assembleia municipal e nunca o ouvi reivindicar nada para Quarteira”;
    .
  • “(…) o presidente da junta deveria ter uma palavra a dar porque é o primeiro responsável pela cidade e pela freguesia. Infelizmente, toda a gente sabe que é um presidente muito ausente e alheado de muitos casos sociais que têm acontecido”.

E conclui: “Estou a lembrar-me das últimas cheias, em que um casal, às 4 da manhã, tinha a casa inundada e o senhor presidente não apareceu e ninguém sabia onde estava. Passados poucos dias, houve uma assembleia de freguesia e parecia que não se tinha passado nada. Foi preciso o Dinis, na sua raiva, como é meu timbre, alertar para a situação".

Assim, "se eu for presidente da junta de freguesia, vou ter ideias muito diferentes do actual presidente da junta".

Enquanto Portimão pensa «em grande»

loulé continua a improvisar «em pequeno»
Imagem: antevisão do que será o estádio do futuro complexo
Numa parceria público-privada, o município de Portimão vai construir, nos próximos dois anos e meio, a sua cidade desportiva que irá custar 150 milhões de euros, criar 1400 postos de trabalho.

Este espaço desportivo deverá incluir um estádio, um complexo de piscinas que inclui uma piscina olímpica coberta, para a prática de todas as modalidades de alta competição, dispondo de 1400 lugares sentados e ainda espaços lúdicos aquáticos, uma piscina de aprendizagem infantil e espaços comerciais, com vis ta a uma eventual «internacionalização da natação».

Os 14 hectares do projecto comportarão ainda um pavilhão multiusos com 3160 lugares sentados, equipamentos para a prática de diferentes modalidades como ginástica, andebol, hóquei em patins, basquetebol ou ténis, bem como uma estrutura polivalente, que permitirá a realização de eventos, uma zona de restauração e equipamentos de apoio à prática do desporto.

No total estão previstos 8.000 lugares sentados e, para além das áreas verdes, o projecto inclui um jardim botânico, com mais de sete hectares, onde se destaca um jardim sensorial, um outro geriátrico, um palmetum, ciclovias, circuitos de manutenção e espelhos de água. Tudo isto será pago pela componente imobiliária do projecto, que inclui 200 moradias e mesmo um centro comercial.

Portimão, que há meia dúzia de anos roubou a primazia algarvia ao concelho de Loulé, continua a pensar em termos de futuro e desenvolvimento.

Por cá, ficamo-nos muito contentinhos com uns relvados sintéticos à volta de um estádio de futebol e de uma piscina a quem se amputaram algumas pernas para caber naquele hectare a que a Câmara de Loulé chama o complexo desportivo de Quarteira.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Desporto em Quarteira

atletismo e futebol, no domingo
Como oportunamente anunciámos, no próximo domingo, 6 de Setem-bro, o Centro Desportivo de Quarteira, com o apoio da Câmara de Loulé e da Junta de Freguesia de Quarteira, vai promover uma prova de caminhada de 5 quilómetros e uma corrida na extensão de 15 km, com partida ás 10.00 horas, da Pr. do Mar, e chegada ao Aquashow.

A prova de 15 kms irá disputar-se nos escalões «sénior», «veteranos 1»., «veteranos 2» e femininos.

Por outro lado, e com o início dos Campeonatos Nacionais de 2ª e 3ª divisões de futebol, o Quarteirense, deslocando-se a Montemor o Novo, começa a época 2009/10, a sério.

Jogos da 3ª Divisão, série F
Farense-Castrense
Esperança de Lagos-Fabril
Lusitano de Évora-Beira Mar
U. Montemor-Quarteirense

Inaugurar é preciso

nem que seja uma vulgar rotunda em loulé
Imagem: Foto do arquivo da Câmara de Loulé
Quando, em vésperas de eleições, um autarca se depare com o problema de não ter inaugurações para fazer, é natural que comece a ficar inquieto.

Se, para além disso, já se torna impossível lançar novos concursos, mostrar novos projectos ou até novos planos, é natural que comece a ficar mesmo preocupado.

Se, para agravar, ao olhar para trás, se confronte com a realidade de não ter grande obra para mostrar para além daquela cuja iniciativa fora dos seus antecessores, é natural que comece mesmo a ficar alarmado.

Se, por fim, se confronta com o facto de ter falhado a sua principal bandeira eleitoral, ao não conseguir ver o fim das obras de um hospital, é natural que comece a ficar em pânico.

Vai daí, é preciso improvisar.

Ao que parece, é o que está a acontecer em Loulé, quando a autarquia se vê na contingência de emitir uma nota oficiosa a anunciar… a criação de uma rotunda, junto do convento de Santo António, para permitir uma melhor fluência de tráfego, e cujo custo total “estimado” foi de 70 mil euros.

Quem mostra o que faz, a mais não é obrigado...

Autárquicas: PSD/Loulé no feminino

mulheres jantam com seruca emídio em quarteira
Imagem: Jantar de mulheres de apoio a Seruca Emídio em 2005
Já há pouco para inovar, em termos de campanhas eleitorais: visitas a empresas e instituições, arruadas para distribuir papéis e esferográficas, visitas aos mercados para distribuir beijinhos às peixeiras, jantares para lançamento de candidaturas, caravanas de encerramento e, claro, o imprescindível «jantar de mulheres» porque não podemos esquecer que «elas» são mais de metade do eleitorado.

Por cá, toma a dianteira a candidatura social-democrata à Câmara de Loulé, que vai realizar, já no próximo fim-de-semana, o jantar de mulheres em apoio a Seruca Emídio, e que, como já vem sendo habitual, se irá realizar no Aquashow.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

A propósito de um banimento

isto não é ameaça; é desencanto
Esta foi a mensagem de quem foi “definitivamente banido” dos comentários do 'Calçadão':
  • "Antes de mais, aí vão os meus cumprimentos.

    Foi com surpresa que verifiquei que o Calçadão, há dias que me impede de deixar os meus comentários.

    Sendo o Sr. o administrador do blog, não posso impedir esta “eliminação” nem o opor-me ao seu critério. No entanto, a razão porque o faz impede-me de concordar com a sua decisão.

    Sei que, por vezes, utilizo uma linguagem um bocado pesada, senão mesmo desrespeitadora, umas vezes para com outros comentadores e por vezes mesmo para consigo. Não serve de justificação mas, durante várias semanas tentei desprezar e evitar esse tipo de discurso, sempre que me senti directamente visado. No entanto, a paciência tem limites. Perceba que, quando nos faltam tão frequentemente ao respeito, perdemos a tolerância para com a estupidez alheia, o que nos obriga a ser também estúpidos.

    É claro que isso não vai servir-me como atenuante, mas entendo que não passa de uma gota no oceano o meu afastamento, quando verifico outra linguagem menos própria existente nos comentários que continuam a passar.

    Por isso, lamento que tenha sido eu precisamente a ser o escolhido entre tantos para começar a limpeza na casa, quando os ataques pessoais continuam a ser uma constante no rol de comentários.

    Gostaria que ponderasse sobre o que acabei de dizer e revisse o seu critério, relativamente à minha pessoa, perante o compromisso de, futuramente, “adoçar” o meu estilo e linguagem.

    Se, mesmo assim, o meu pedido não for atendido, resta-me apenas desejar-lhe felicidades e que continue o bom trabalho efectuado em prol de Quarteira e dos Quarteirenses.

    Sem outro assunto
    ,
    (ass: identificação)"

A nossa caixa de comentários, em vez de servir como um fórum para troca de ideias sobre o que os autores do blogue escrevem, tem-se estado a transformar, como aconteceu há cerca de dois anos, num espaço onde quatro ou cinco leitores se têm dedicado ao mútuo insulto.

Os comentadores preferem, quase sempre, comentar o que outros comentam, aproveitando a oportunidade para darem vazão a uma linguagem de baixo nível, insultando os que, por qualquer razão, não comungam da sua forma de pensar.

Tem-nos sido particularmente difícil tolerar esta situação, sobretudo porque quereríamos que o «Calçadão» funcionasse como um fórum útil aos quarteirenses e, ao contrário, vamos assistindo ao agravamento da linguagem e atitudes disparatadas.

Por mais de uma vez fomos tentados a cortar o espaço para o comentário. Temos a consciência que, fazê-lo nesta altura, a meia dúzia de dias de actos eleitorais, isso poderia ter “outras” interpretações.

Mas a paciência está a esgotar-se.

As árvores e as cidades

defendendo o uso de espécies nativas regionais
Imagens recolhidas do blogue «MAC Loulé» - ------------------------------- Em Maio de 2008 ...
Chega-nos às mãos uma tese de doutoramento cujo tema é - «Trazendo a riqueza arbórea regional para dentro das cidades: possibilidades, limitações e benefícios».

Trata-se de uma apologia ao uso de espécies nativas regionais na silvicultura urbana das cidades.

O estudo parte da premissa de que a conservação da diversidade biológica é hoje reconhecida como uma necessidade mundial, sendo preciso estender as estratégias de conservação para dentro do planeamento das áreas verdes das cidades.

Considera o autor que o uso dessas espécies arbóreas nativas regionais é ainda bastante incipiente, com nítido predomínio de espécies exóticas tanto no número de espécies como, principalmente, no número de árvores utilizadas.

A tese defende que, com a utilização de espécies nativas regionais, se pode "aumentar a permeabilidade da paisagem às demais espé-cies da biota, contribuindo para a conservação biológica regional".

Segundo se conclui, "os administradores dos espaços urbanos devem incentivar a realização de estudos para avaliar o uso das espécies arbóreas de ecossistemas regionais na arborização viária e na implantação de parques”.

E conclui que “atendidos os requisitos mínimos, não há razões para a não utilização dessas espécies, dados os grandes benefícios que podem trazer”. ------------------------------------------------------ ... e em Agosto de 2009

Tal e qual o que se faz nas cidades de Loulé e Quarteira!

E diz o actual vice-presidente do executivo – durante cujo exercício foram arrancadas muitas centenas de árvores nestas cidades – que é… engenheiro silvicultor!...

Legislativas: Se ainda não está farto…

e se não quer perder os debates dos líderes
Imagem de Rui Galiós
Para que os leitores não percam nada, se pensam que através dos debates na televisão e da verborreia demagógica que aí vem nos 45 minutos de cada debate é que irão ficar informados, então aqui fica o respectivo agendamento:

2 Setembro – José Sócrates/Paulo Portas (TVI)
3 Setembro – Francisco Louçã/Jerónimo de Sousa (SIC)
5 Setembro – José Sócrates/Jerónimo de Sousa (RTP)
6 Setembro – Francisco Louça/Manuela Ferreira Leite (TVI) `
7 Setembro – Paulo Portas/Jerónimo de Sousa (SIC)
8 Setembro – José Sócrates/Francisco Louçã (RTP)
9 Setembro – Manuela Ferreira Leite/Jerónimo de Sousa (TVI)
10 Setembro – Paulo Portas/Manuela Ferreira Leite (RTP)
11 Setembro – Paulo Portas/ Francisco Louçã (RTP)
12 Setembro – José Sócrates/Manuela Ferreira Leite (SIC). Este último durará 60 minutos.

Aí lhe fica! Para memória futura.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Legislativas: Manuela tem receio…

palavra «medo» entrou no léxico das campanhas
Imagem: Foto do arquivo do PSD / Algarve
Esta noite, na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, em Faro, Manuela Ferreira Leite, perante uma sala cheia de apoiantes do PSD, afirmou que “o que esta maioria absoluta fez foi manipular o Estado a seu favor, transformá-lo uma máquina ao serviço do partido”.
.
A presidente do PSD disse que “se José Sócrates ficar no poder, teme retaliações que provocarão uma situação social bastante complexa” e acrescentou: “só de pensar na sua continuidade, fico assustada com o que pode acontecer”.

Por isso, Manuela entende que “esta é a pior herança” que Sócrates “deixa ao país”, pois “é uma herança que mexe com a nossa liberdade, provocando asfixia democrática. As pessoas têm medo, têm receio, não ousam dizer o que pensam. Algo que nunca se passou depois do 25 de Abril”.

Para evitar que o país “caminhe para o abismo e para uma situação trágica”, a líder laranja propõe “um programa de verdade, não de fantasia”, dando prioridade a cinco temas: economia, solidariedade e saúde, justiça, educação e segurança social.

Ferreira Leite desmentiu Sócrates em relativamente à privatização deste sector: “Não é forma séria de fazer política atribuir-nos ideias que não temos e nunca pensámos. É um «papão» para fazer assustar as pessoas”.

Antes da líder, tomaram a palavra: Bacelar Gouveia e Mendes Bota, que falaram sobretudo sobre «regionalização»: “uma questão nacional e, como tal, tem de ser decidida com voto afirmativo dos portugueses.”

Foi há setenta anos

mas não será possível esquecer



Operação Fall Weiss – poucos recordarão o que foi; no entanto, foi assim que começou a Segunda Guerra Mundial.

Eram 4.45 horas. Estávamos no dia 1 de Setembro de 1939 e as forças armadas alemãs davam, nesse momento, início à invasão da Polónia. O ataque prolongar-se-ia até que o país foi completamente ocupado, em 6 de Outubro.

O pretexto para a operação Fall Weiss foi a resposta a um suposto ataque polaco a uma estação de rádio fronteiriça, o que se veio a comprovar não ter sido mais que um ataque nazi ardiloso, para dar azo à invasão.

Começara a Guerra Mundial, que resultaria numa das maiores barbáries da História. Em 3 de Setembro, a França e o Reino Unido declaram guerra à Alemanha, como resposta ao ataque alemão. Dias depois, a 17, a União Soviética, aliada à Alemanha nazi pelo Pacto Molotov-Ribbentrop, também declarou guerra a Polónia. Canadá, Nova Zelândia Austrália e outros países da Comunidade das Nações aliam-se à França e ao Reino Unido. Todo o mundo estava em conflito.

Portugal, que vivia sob a ditadura de Salazar, declarou «oficialmen-te» a neutralidade, e assim se manteve até ao fim da guerra.

No final do conflito, em 1945, contavam-se cerca de 20 milhões de mortos, a Europa estava destroçada, as fronteiras estavam alteradas e o mundo não mais voltaria a ser o mesmo: a União Soviética e os Estados Unidos tornaram-se as super potências mundiais, responsáveis pela «guerra-fria», que durou 45 anos.

A Velha, o Zezito e...

uma nova versão da "estória"... e o burro sou eu?!...

E nós a vê-los passar…

arrancou o complexo desportivo de portimão
Imagem: antevisão do que será o futuro complexo desportivo de Portimão
Foi hoje lançada a primeira pedra para a construção do «complexo desportivo de Portimão».
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O complexo comportará um novo estádio com capacidade para 8.000 pessoas, um complexo de piscinas municipais e um novo pavilhão multiusos.

Estes equipamentos vão permitir a criação de uma cidade desportiva, num investimento total de, aproximadamente, 150 milhões de euros. No espaço adjacente nascerá um novo centro comercial e um empreendimento imobiliário de baixa densidade. Trata-se de um dos maiores projectos nacionais com estas características.

Enquanto Vila Real, Albufeira e, sobretudo, Portimão se abrem ao futuro e à modernidade, Loulé meteu travões a fundo.

Enquanto outros constroem autódromos, centros de alta competição e multiusos, por cá, constroem-se piscinas coxas…

O outro lado da noite branca

ou as «histórias» que daqui levam para contar
Afirma-se em nota de imprensa da Câmara de Loulé: “… o nosso maior objectivo é que quem visita a Noite Branca conheça um outro lado da cidade e do concelho, e tenha depois uma boa história para contar, explica Seruca Emídio, presidente da Câmara Municipal de Loulé”.

Referia-se o presidente, como é bem de ver, à «noite branca», “um evento que vai já na terceira edição e visa marcar a despedida do Verão algarvio. Mais de 25 mil pessoas quiseram conhecer as surpresas que a Câmara Municipal de Loulé tinha reservadas para esta noite especial”.

Óptimo. Ainda que, pelas minhas contas fossem só 24.999 pessoas. Mas é claro que as minhas podem estar tão erradas como as da câmara, já que ambos devemos ter baseado os nossos cálculos… nas nossas convicções.

Agora que a «noite branca» dê para conhecer o «outro lado» da cidade, essa eu não entendi. Que lado? Loulé, afinal tem um lado de noite preta?

Quanto a surpresas que a câmara nos reservou... Nenhuma! - toda a gente sabe que as eleições são daqui a mês e meio...