
Esta interrupção ficar-se-á a dever à integração do novo reservatório de Quarteira no sistema de distribuição de água existente.

Esta interrupção ficar-se-á a dever à integração do novo reservatório de Quarteira no sistema de distribuição de água existente.
O primeiro-ministro falou esta noite em São Bento e assegurou que não serão precisas mais medidas de austeridade para 2011. Bom… veremos.
Mas depois fez-nos suspirar de alívio, quando garantiu que não haverá cortes nos subsídios de férias e de Natal.
O valor do empréstimo a Portugal será de 78 mil milhões de euros e o programa é para aplicar durante três anos, dilatou as metas orçamentais a cumprir até 2013 (redução do défice para 5,9 por cento, em vez de 4,6 por cento anunciados; de 4,5 para o próximo e de três por cento – exigida por Bruxelas – para 2013).
“Não haverá privatização da Caixa Geral de Depósitos nem da segurança social”, garantiu, contrariando os desígnios do PSD.
Mantêm-se os cortes nas pensões acima dos 1500 euros mas não as que estão acima dos 600 euros que ontem se anunciavam e de que nós mesmos fizemos eco.
Ou seja, os «sacrifícios» correspondem às medidas previstas no PEC IV, chumbado no Parlamento.
Segundo Sócrates, “o Governo conseguiu um bom acordo”. Amanhã a «troika» dará as más notícias, depois da consulta final aos partidos da oposição.
Só então saberemos para que serviu o chumbo do PAC IV e por que teremos de ir a votos…
As primeiras informações divulgadas após a operação em que o líder da Al-Qaeda foi morto referiam que Bin Laden resistiu aos militares norte-americanos. “Efectivamente ele resistiu”, disse Jay Carney, porta-voz da Casa Branc, durante uma conferência de imprensa na Casa Branca. Mas adiantou: “Ele não estava armado”. A mulher de Bin Laden, de quem se chegou a dizer que tinha morrido, terá procurado servir de escudo humano, pôs-se diante dos militares norte-americanos e foi ferida numa perna, adiantou Carney. “Não morreu”. Só lhe deram um tiro numa perna. Mas… afinal, não era mulher do líder da Al Qaeda, nem serviu de escudo.
Uma família de três pessoas que vivia no primeiro piso, também não estava armada. Foram todos mortos.
Segundo Obama, “foi feita justiça”. Safa!!!

A festa decorrerá de tarde, no auditório do Centro Autárquico e, depois das «palavras da praxe» a fazer o balanço anual, os seus membros apresentarão canções e poesia, a que se seguirão as exibições dos grupos corais de Quarteira e da Universidade Sénior de Loulé.
O Grupo Lena engloba um conjunto de empresas dos sectores do ambiente e da energia, construção de infra-estruturas e gestão ambiental. Desenvolve projectos relativos à produção de energia eléctrica a partir de fontes de energia renováveis; à construção de gasodutos e redes de distribuição de gás; à gestão e exploração de aterros de resíduos industriais e de estações de tratamentos de águas residuais. Como se depreende, o «forte» do grupo é a construção e a gestão ambiental.
Aqui há uns anos, com objectivos de «camuflar» lucros utilizando-os para a sua própria auto-promoção e publicidade, alargou a sua actividade criando a subholding Lena Comunicação, com a qual passou a deter um vasto conjunto de periódicos, entre os quais o jornal «O Algarve».
Os tempos não estão para fantasias e, por isso, o grupo empresarial decidiu realizar um plano de reestruturação, abandonando as áreas de negócio que considerou «não estratégicas» - segundo indica no respectivo portal informático.
Decidiu, portanto, extinguir a a subholding e «passar» os jornais a quem estivesse disposto a considerá-los «estratégicos».
Foi deste modo que «O Algarve» mudou de mãos. E quem haveria de o comprar? A ACRAL – que, para poder editar o jornal, criou a empresa «Canal Algarve».
A nova proprietária do semanário é, se estão lembrados, uma Associação de Comércio e Serviços da Região do Algarve, que vive dependurada de quotização dos associados e, sobretudo, de subsídios oficiais.
A pergunta que se deve pôr neste momento é esta:
Para que raio é que, para uma associação de comércio e serviços, um órgão de imprensa considerado inútil para um grande grupo económico, será uma «área estratégica»?
Estratégico… para quem?

Por liberdade de imprensa entende-se a consecução dum trabalho isento e responsável, desenvolvido em prol da humanidade, que, desse modo, poderá contribuir para o seu desenvolvimento, bem como para a estabilidade e a formação social dos povos.
A conquista do direito à liberdade de imprensa chegou a Portugal com a vitória da democracia. Infelizmente, porém, como todas as formas de «liberdade» nem sempre foram entendidas e nem sempre nos foi garantida uma imprensa livre de pressões e restrições, que servisse, plena e de forma independente e imparcial, o interesse público.

O fim de Osama Bin Laden não é o fim da Al-Qaeda, mas “tornou o mundo mais seguro”, disse o Presidente norte-americano Barack Obama, que acrescentou: “Foi feita justiça”.
Oxalá o mundo tenha mesmo ficado mais seguro. Mas já se ouviu dizer o mesmo quando George W. Bush «condenou à morte» Saddam Hussein.
E não ficou!
O actual alvo chama-se Muammar Abu Minyar al-Gaddafi (ou Kadafi). Quando lhe fizerem o mesmo que fizeram aos seus netos, qual será o objectivo que se seguirá? E a seguir?
Será que alguma vez alguém vai “tornar o mundo mais seguro”?
Bota acrescentou que, no governo de Sócrates, “não houve nenhum retorno nem contrapartida para o Algarve”.
Na mesma ocasião, o secretário-geral do PSD, Miguel Relvas exigiu ao "engenheiro José Sócrates [que explique] como é que a dívida pública portuguesa passou de 80 mil milhões de euros para 160 mil milhões de euros", e insistiu em que é possível "não baixar salários, nem despedir funcionários públicos".

A equipa, constituída por atletas deficientes motores, exigia custos acrescidos para a sua existência: elevados custos de aquisição e manutenção das cadeiras de rodas; transporte dos atletas oriundos de várias localidades; manutenção e combustível da carrinha adaptada, equipamentos dos atletas, custos com o enquadramento humano e técnico e participação no campeonato nacional da 1ª divisão, com os correspondentes custos em deslocações, refeições e eventuais estadias.
Perante esta situação, e com a quebra de receitas e apoios autárquicos específicos para esta equipa de atletas deficientes motores, criada em 2006, e que com os seus 15 atletas alcançou excelentes resultados desportivos, entre os quais se destacaram a presença nas meias-finais da Taça de Portugal e da subida à 1ª divisão nacional, o Clube Basket de Quarteira Tubarões vê-se forçado a desistir dos “objectivos desportivos e de prática de exercício físico devidamente enquadrado, na manutenção de um estilo de vida saudável” que procurava para estes cidadãos.
O Calçadão também lamenta; ao mesmo tempo que pede aos responsáveis autárquicos que reflictam sobre a forma como as verbas concedidas através dos contratos-programas são impropriamente utilizadas para a prática de futebol profissional, pelos principais clubes do concelho.
O PEC IV já previa cortes nas pensões, mas acima de 1.500 euros. Mas, para receber os cerca de 100 mil milhões de euros de que precisa, Portugal vai ter que alargar os cortes das pensões a muitos mais pensionistas do que o Governo pretendia fazer no PEC IV.
Segundo o «Diário Económico», na mesa de negociações está agora a proposta da «troika» para um corte em todas as reformas acima dos 600 euros. Esta será uma das medidas mais duras exigida em troca da ajuda externa.
Havia por aí quem desejava a vinda do FMI, não havia?
O Governo vai revelar, na 4ª feira , o plano de austeridade que a «troika nos vai impor.

Esse mesmo «nobre» homem que garantia que nunca integraria um partido;
O homem que ontem, num almoço promovido pelos Trabalhadores Sociais-Democratas por ocasião do Dia do Trabalhador, criticava veementemente “a actual liderança do PS [que] falhou estrondosamente, capitulou e por isso o seu tempo chegou ao fim" e que enfatizava que “o culpado tem uma cara e um rosto (sic) : a do governo PS e do engenheiro José Sócrates";
O homem «independente», que malhou nos partidos e na classe política a torto e a direito e considerava todos os partidos uma espécie de ninhos dos bandidos que nunca tinham visto uma criança esfomeada correr atrás de uma galinha para lhe tirar um pedaço de pão do bico;
É o mesmo que exigia transparência na política e afirmava que Cavaco teria de explicar o negócio da «casa da Coelha» porque é precisa transparência na política;
É exactamente o mesmo que hoje se manifestava surpreendido porque o jornal já conhecia os seus rendimentos, mesmo antes de ele ter entregue a declaração do IRS!
Então? A transparência agora já não é imperativa?
Adaptou-se rapidamente: aos partidos, aos vícios partidários, à hipocrisia dos políticos e à sua opacidade!

Vai estar patente ao público na Galeria de Arte da Praça do Mar, em Quarteira, Desde 7 de Maio até 12 de Junho, estará patente ao público, na Galeria de Arte da Praça do Mar, a exposição de pintura “A Magia dos Pastéis", na qual Magaly Gouveia apresentará as suas pinturas realizadas na técnica do pastel.
Durante o período da exposição, a artista realizará duas oficinas uma para iniciantes e outra para os médios, nos dias 14 de Maio e 11 de Junho, sobre pintura em pastel seco na temática de paisagens, e procederá à apresentação do livro "A Magia dos Pastéis".

Apenas em Faro, a União dos Sindicatos do Algarve, afecta à CGTP, convocou uma concentração no Jardim da Alameda, que, segundo o «Observatório do Algarve», reuniu cerca de duas centenas de pessoas.
António Goulart bem avisou: “É um imperativo moral e ético denunciar a profunda degradação social que cada dia mais vai penetrando na sociedade".
Mas acabou por «deslizar» para problemas menores: “Queremos dizer com toda a frontalidade e lealdade que é necessário mais unidade dos actores regionais para travar as portagens”, diluindo assim o que, nesta data, deveria ter sido fundamental: “obrigaremos o poder político a avançar com um plano de emergência que trave o desemprego na região”.
Imagem: 1º de Maio em Faro - foto retirada do «Observatório do Algarve»
Porque hoje é dia do Trabalhador, mas porque hoje, também é o Dia da Mãe, nenhum poema me pareceu mais adequado que este, dedicado a uma Mãe Trabalhadora, de António Gedeão, esse poeta sensível e profundamente humano.




ANTÓNIO GEDEÃO, in «Teatro do Mundo»
