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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Torneio da Associação de Futebol do Algarve

quarteirense estreia-se com o pé direito e derrota louletano
O Quarteirense arrebatou hoje o primeiro troféu regional da época 2011/12, o Torneio da Associação de Futebol do Algarve, ao ganhar, em casa, ao Louletano por 1 a 0.

Quatro equipas estiveram empenhadas na disputa do torneio, que se disputou ontem e hoje no estádio de Quarteira.

No jogo de abertura, o Quarteirense e o Esperança de Lagos empataram a uma bola; mas como «empatar não vale», no recurso aos pontapés da marca de grande penalidade, os «da casa» acabaram por vencer por 5-4.

No outro jogo, o Louletano superiorizara-se, por 2-1, ao Messinense.

Teatro minimalista em Quarteira

amadores da casa da cultura de Loulé com espectáculo novo

Na inauguração da Feira o Livro e Artesanato de Quarteira, na sexta-feira 05 de Agosto, o Teatro Análise da Casa da Cultura de Loulé apresentará o espectáculo, “Os Livros da nossa Vida”, com duas apresentações: a primeira pelas 19:00 e a segunda pelas 21:30 horas.

“Os Livros da Nossa vida” é uma produção minimalista, produzida pela da Casa da Cultura de Loulé, que pretende recordar os livros que nos acompanham e que nos marcam ao longo das nossas vidas.

Quanto à companhia de teatro dos amadores de Quarteira, vai dando lugares a outros, perdendo oportunidades como esta para dar sinal de vida. Espera-se que, um dia destes volte à Praça do Mar com um dos estafados quadros de revista que sistematicamente repete.

Bota faz jus à fama de irrequieto, com nova proposta

para que os europeus reformados possam adquirir aqui habitação
O deputado Mendes Bota, eleito pelo PSD/Algarve, considerando que existem 350.000 fogos construídos por vender, e que Portugal tem apenas 150.000 proprietários estrangeiros de segunda habitação, contra dois milhões na Espanha, questionou o ministro da Economia, Álvaro Pereira, sobre a possível criação de um «Estatuto do Cidadão Europeu Reformado e Residente», associado a um plano de incentivos fiscais.

Segundo Bota, isso iria “atrair investimento estrangeiro, criar empregos, dinamizar a economia, aumentar as receitas do Estado, combater a crise do sector da imobiliária turística e reforçar a liquidez do sistema bancário” e lembrou que existem 20 milhões de reformados nos países do Norte da Europa, com mais de 55 anos, e com rendimentos médios de 55.000 euros anuais, com os quais teriam, além de um clima excepcional, "um nível de vida muito mais elevado em Portugal".

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Umas espécie de… afundanço

jornalistas do «barlavento» batem em bloco com a porta
O semanário «barlavento» (propriedade da Mediregião, cujo capital é detido em 50 % pela Alicoop e em 40% Alisuper, sendo os 10% restantes propriedade do director) atravessa um momento difícil, com a saída em bloco, hoje, dos cinco jornalistas, incluindo a chefe de redacção.

Não se trata apenas de problemas económicos, se bem que estes comecem a ser incomportáveis para o jornal; mas a "falta de diálogo interno e de vontade de concretizar ideias para mudar a situação", trouxeram problemas insanáveis acumulados em 11 anos, e que atingiu o clímax com as recentes atitudes do director Helder Nunes.

O mal-estar interno já era conhecido do ‘Calçadão’, que soube do impacto na redacção do semanário provocado pelas reacções exteriores, inclusive do nosso post intitulado «Uma espécie de… gramofone», do passado dia 31 de Julho, em que se denunciava uma espécie de… mudança de casaca de Hélder Nunes.

Este, procurando minimizar as reacções dos jornalistas, apenas garante que “o jornal vai continuar”.

Mas, certamente, sem o corpo redactorial actual já que, segundo o «Observatório do Algarve», Elisabete Rodrigues, chefe de redacção, anuncia “um novo projecto, com edição online e impressa que deverá nascer no final deste ano”.

Quem cala consente

utentes da via do infante indignados com macário correia

A Comissão de Utentes da Via do Infante não desarma. Divulgou um comunicado a condenar “as lamentáveis declarações do Eng. Macário Correia, onde este, de forma inequívoca, aceita as portagens na Via do Infante”, e afirma a sua estranheza pelo “silêncio comprometedor da AMAL sobre a gravidade de tais declarações”, uma vez que esta “não tomou qualquer posição pública na sua última reunião do passado dia 25 de Julho”.

Afirma a referida comissão que esta entidade, ao não tomar qualquer posição perante as recentes declarações do seu presidente, “além de consenti-las, tornou-se conivente com as mesmas e, assim, desacredita-se totalmente perante os algarvios”.

Segundo o comunicado, “nada justifica a colocação de portagens no Algarve [e] os algarvios já demonstraram que rejeitam inequivocamente as portagens na Via do Infante” e, finalmente anuncia que “novas grandes lutas irão ocorrer no Algarve, nos próximos tempos, contra as portagens na Via do Infante”, entendendo que “o êxito das reivindicações depende de uma forte mobilização de todos os algarvios”.

Mas quem é que não tem reivindicações actualmente, neste país? Chegou-se a um ponto em que até a banca acha que tem de reivindica; como não acharemos nós que temos de pagar todos os desvarios de sucessivos governos desde o do próprio Cavaco Silva, que agora descobriu a maneira de botar discurso diariamente sem nada dizer, ou desdizendo hoje o que disse ontem?!...

Pontal em Quarteira

jantar, banda íris, discursos políticos e bandeiras à discrição
Quarteira voltará a ser palco da grande festa social-democrata. Por enquanto, é dada como certa a presença de Pedro Passos Coelho nos discursos que, no domingo, dia 14 de Agosto, a partir das 20:00 horas reunirá no Calçadão (até quando transmudado em Pontal?) a elite do PSD.

Outros discursos estarão a cargo de Luís Gomes e dos dirigentes locais e regionais, segundo o programa. Não se refere Mendes Bota, mas iríamos afirmar com grande grau de certeza de que não falhará!

Assegurada está também a presença da banda Íris, que animará a jantarada.

A ementa? Mas que é que interessa a ementa?!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Afinal queremos a 125 ou portagens?

presidente de junta traiu presidente da câmara
A luta contra as portagens tem-se suportado principalmente na periculosidade do trânsito da EN 125. As propostas mais inteligentes sobre a matéria têm sido as que sugerem a suspensão de cobrança das portagens na Via do Infante até que esteja concluída a requalificação da Estrada Nacional.

Há muitos meses que é conhecido o projecto de requalificação que atravessa o Algarve e que mereceu aprovação pública.

Não se percebeu, pois, a razão por que hoje umas quantas dezenas de pessoas cortaram o trânsito de acesso a Vilamoura, em protesto contra as obras de requalificação.

Diz a Lusa que eram cerca de 200 pessoas – o que é estranho, já que dificilmente, nesta zona se contará mais que meia dúzia de pessoas afectadas pelas alterações que a remodelação da 125 comportará.

Mais bizzarra ainda foram a presença e as declarações de José Mendes, presidente (no papel) da Junta de Freguesia de Quarteira. E ainda mais estrambólicas as suas declarações sobre os factos.

Disse o autarca – actual adjunto do presidente da Câmara de Loulé – que “As pessoas estão indignadas, elas já viviam mal com o trânsito e o barulho constantes e agora ainda lhes querem roubar parte dos terrenos e plantar-lhes uma estrada à porta de casa”.

E esta? Que concepção de bem comum e de progresso tem o presidente da Junta! Para ele, fazem-se umas “rotundas para que o trânsito flua e de uma circular que faça a ligação directa de Albufeira à Via Infante”.

José Mendes matou uma data de coelhos com uma só cajadada:

  1. Tornou-se simpático para a dona «Maria Amélia, 58 anos» e para o senhor «Óscar Aleixo, que tem uma mercearia e um café à beira da EN125».

  2. Mostrou-se aos restantes quarteirenses tal qual é: incapaz de reconhecer sinais de modernidade, justiça social, bem comum e progresso; e mais: que durante mais de dois anos não percebeu (apesar da discussão pública) que as obras incidiriam também em terrenos da área da freguesia.

  3. Criou mais uma confusão com as «Estradas de Portugal» que, há muito, vêm obstando ao final das obras de distribuição de água e de saneamento em Benfarras e Vale Judeu e podem ter aqui mais um pretexto para mais delongas.

  4. Traiu o presidente da Câmara - que deu a sua concordância às obras de requalificação da EN125 -«chamando-lhe», deste modo, incompetente.

  5. E, se calhar matou o futuro político doutro coelho: o do senhor José Coelho Mendes, ao trocar por um prato de lentilhas (dois minutos de entrevista à Lusa), pela segurança e o bem-estar dos algarvios, entre os quais as duas dezenas de milhar de habitantes da freguesia a que (supostamente) preside.

Tanto coelho, numa só burrice!

Feira do Livro e do Artesanato de Quarteira

82 pavilhões montados no calçadão
Como informámos anteriormente, de 5 a 14 de Agosto, desenrolar-se-á mais uma edição da Feira do Livro e do Artesanato de Quarteira.

No dia da abertura, entre as 19:00 e 21:30 horas, será apresentado o espectáculo “Os livros na nossa vida” pelo T.A.L. - Teatro Análise de Loulé - Casa da Cultura de Loulé.

Serão 30 pavilhões com a presença de editoras e livreiros e 52 pavilhões em representação de 49 artesãos e 12 produtores agro-alimentares, com alguns expositores a trabalharem ao vivo.

A Biblioteca Municipal marcará também presença com dois pavilhões que realizarão, diariamente, às 21:30 horas, as seguintes actividades:

Dia 5 – História “Barriguinha” de Steve Smallman;
Dia 6 – Pinturas com sal colorido;
Dia 7 – História “É tão injusto” de Jonathan Allen;
Dia 8 – Pinturas com areia;
Dia 9 – História “As poções secretas da professora Parassalsa” de Robin Tzannes;
Dia 10 – Construção de Moinhos de Vento;
Dia 11 – História “Meninos de todas as cores” de Luísa Ducla Soares;
Dia 12 – Origami;
Dia 13 – História “Anjos” de Carla Antunes;
Dia 14 – Pinturas Faciais e pinturas colectivas
.

Oficinas de fotografia em Loulé

a ar.co estimula iniciados e aperfeiçoa profissionais

A convite da Câmara de Loulé, a escola de fotografia da Ar.Co – Centro de Artes e Comunicação Visual, promoverá, de 5 a 16 de Setembro, duas oficinas de fotografia: a primeira, de introdução e a segunda, avançada.

As oficinas são destinadas a especialistas e profissionais da área, propondo-lhes o aprofundamento da sua experiência, ou uma familiarização para melhor conhecer as possibilidades desta disciplina.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Neves, Apolinário e o assessor

com explicações sobre o uso do twitter e muito mais

Em tempos, fomos bons utilizadores do Twitter e, através dele e dos muitos amigos que temos por aí, íamos sabendo, «na hora», as novidades.

Foi assim que pudemos anunciar em primeiríssima mão, o conteúdo e deliberações de todas as reuniões da Comissão Política Nacional do PSD, desde Santana Lopes e Filipe Meneses até à queda de Manuela Ferreira Leite.

Foi assim que, antes que qualquer órgão de informação o pudesse publicar, anunciámos a «escolha» de Gonçalo Amaral para candidato à Câmara de Olhão; foi assim que, dez minutos após a recusa liminar deste nome por parte da Manuela, o ‘Calçadão’ transmitiu a notícia e a reacção amarga de Mendes Bota.

Foi assim, ainda, que soubemos da designação de Silva Gomes para assessor do Governo Civil de Faro.

Foi assim que pudemos dar a constituição das listas, tanto do PS como do PSD, candidatas às últimas autárquicas em Loulé, Faro, Portimão, Lagos e Tavira, antes que outro «órgão noticioso» pudesse fazê-lo.

Foi assim que estas e muitas outras notícias, de interesse regional ou local, foram publicadas no ‘Calçadão’, antes que outros tivessem oportunidade de as divulgar. O Twitter era, então o nosso mais precioso auxiliar.

Depois percebemos os riscos que as chamadas «redes sociais» podem constituir para os seus utilizadores e cortámos com o Twitter. Definitivamente e com muita pena.

Hoje, as notícias chegam-nos mais devagar. Às vezes pela própria imprensa ou pelos noticiários televisivos – exceptuando as reuniões partidárias onde algum dos responsáveis deste blogue ainda tem entrada. O ‘Calçadão’ ficou a perder, em termos de «sprinter». Talvez tenha ganho em termos de tempo para reflexão, análise e consulta de imprensa.

Essas foram as razões por que só hoje nos debruçamos sobre os efeitos da eleição do secretário-geral do PS nas assembleias algarvias.

Paulo Neves e José Apolinário derrotados por assessor

Este é o título com que o jornal «barlavento» assinala o desaire da lista promovida pelos candidatos à Câmara de Faro e Entidade Regional do Turismo do Algarve, num arranjo pré-combinado.

As coisas ficaram pretas para ambos, com esta derrota. Acossado pela presença de Joaquim Vairinhos (que regressa às lides com a eterna mira do turismo algarvio, teimando em não perceber que a sua vexatória derrota nas últimas autárquicas, em Loulé, deitaram sobre a sua sepultura política a última pá de terra), a Paulo Neves (que, na última reunião da Comissão Federativa, foi «cruel» para com Miguel Freitas) restaria a disputa da Câmara de Faro, barrando o caminho a José Apolinário, seu camarada de viagem (que também não chegou a perceber que Faro sempre olhou qualquer olhanense com desconfiança).

O assessor

Pareceria que a derrota desta lista decretaria também o velório de Miguel Freitas.

Com o que não contava a dupla Apolinário/Neves era com a intromissão de outro boy, o tal «assessor» de que fala o «barlavento»: Luís Graça, saído da «cantera» de Freitas, onde outros pontificam ainda, à espera do maná (António Pina, Jamila Madeira, Sérgio Viana, Fernando Anastácio, Hugo Nunes, António Eusébio, Célia Rodrigues Célia Brito, José Graça, Nuno Aires, etc, etc).

Com efeito, este moço está condenado a ser assessor. Foi assessor de Apolinário na Câmara de Faro e, com a derrota deste, recebeu a carta de boy para assessor do presidente da Segurança Social de Faro. Um assessor tão… assessor, tão assessor, que, ao que se soa por aí, nem tem serviço distribuído e parece que a sua missão é a de limpar o pó da secretária do chefe e tirar umas fotos nas «visitas oficiais» do responsável maior da SS de Faro às IPPS algarvias.

Punhaladas fraternas em Loulé

Outro «ponto quente» desta pugna pós eleitoral do secretário-geral e pré-eleitoral do Congresso Federativo, pode estar em Loulé, com o regresso de Vairinhos, apoiante de Assis, em oposição à lista de Vítor Faria, Presidente da Concelhia (lista encabeçada pelo coordenador de Quarteira, que sempre se manifestou pró-Aleixo e anti-vairinhista).

Faria foi director de campanha de Vairinhos, nas últimas autárquicas e saiu a meio, batendo estrondosamente com a porta, quando percebeu que Vairinhos não o incluiria na lista para a vereação.

Faria saiu, enviando uma nota de imprensa em que prometia «pôr a boca no trombone» mal passassem as eleições. Não o fez – sabia perfeitamente que, tal como acontecera em 2001, relativamente a Aleixo, ele fora, uma vez mais, um dos principais fautores da derrota de Vairinhos.

Feira do Livro e do Artesanato em Quarteira

para estimular a leitura, durante as férias
Será inaugurada no próximo dia 5 e decorrerá até 14 de Agosto, no Calçadão, mais uma edição da Feira do Livro e do Artesanato em Quarteira.

No certame estarão pavilhões de prestigiados editores e livreiros, que se juntarão a outros dedicados ao artesanato nacional.

Paralelamente, a Biblioteca Municipal de Loulé anuncia que promoverá sessões de autógrafos e encontros com escritores e iniciativas dedicadas aos mais novos: leitura de contos, ateliês de expressão plástica, pinturas faciais e pinturas colectivas.

A feira funcionará de domingo a quinta-feira, das 19:00 às 24:00 horas e, na sexta-feira e sábado, das 19:00 à 1:00 horas.

domingo, 31 de julho de 2011

O INUAF expande-se em Loulé

que é feito dos planos e terrenos para o novo edifício «de raíz»?

O Instituto Superior Dom Afonso III (INUAF) tem, desde o seu início, muitas «estórias» mal contadas. A começar pela «estória» dos fundadores e accionistas agrupados na CEUPA, de que pouco se soube na altura e muito pouco tem sido revelado até hoje.

Pode ser que, um dia destes, alguém se decida falar claro e os louletanos venham a saber muitas verdades, entre as quais a forma de contratação (?!) de empregados e «alegados» docentes, muitos recrutados entre licenciados armados em professores.

Isto independentemente dos bons serviços que o INUAF (também) tem prestado a Loulé, muito pela iniciativa ou pelo empenhamento do Dr. Sampayo.

Acaba, agora, de ser divulgado que o Instituto passa a dispor, a partir de Setembro, de mais 600 metros quadrados de salas e laboratórios, que irão acrescer oito salas e dois espaços de investigação às já existentes.

Esses espaços ficarão ao dispor das áreas da saúde, desporto e educação física; biologia do ambiente; simulação empresarial e marketing; produção multimédia, laboratórios de informática e de psicologia.

É bom perceber que a instituição progride, servindo, aparentemente, a área do município.

Mas se isso se percebe, há outros «mistérios» que ninguém se preocupa em investigar e desvendar.

Por exemplo: Lembram-se, com certeza que, em Outubro de 2001 foi assinado um protocolo entre a Câmara de Loulé e a CEUPA, protocolo ratificado, com pompa e circunstância em Maio de 2002, mediante o qual, a Câmara cedeu à segunda um terreno na Campina, “próximo da Mina de Sal e junto à Circular de Loulé", com a área de 20 mil metros quadrados, destinado à construção de um edifício de raiz para o INUAF.

Recordamos que, então, foram apresentados uns «bonecos» representando as futuras instalações que, se a memória não nos atraiçoa, corresponderiam ao projecto ou anteprojecto a executar pelos serviços da autarquia.

Depois… Fez-se silêncio sobre o assunto.

Perdeu-se o interesse pelas novas e modernas instalações anunciadas? Entendeu-se que a cedência (a título gratuito?) das instalações do convento eram mais que suficientes?

Ou passou algum cão e levou nos dentes o terreno disponível?

É que já passaram dez anos!...

Uma espécie de… gramofone

“fazendo de conta que” o quê? que era cego, surdo e mudo?

O semanário «barlavento», pela pena de Hélder Nunes, seu director, funcionou até há poucas semanas, como um gramofone… do segmento mais retrógrado do PS/Algarve, personificado numa «espécie» de líder algarvio de triste inacção e de nome de Miguel Freitas.

Isto, até ao momento em que os socialistas algarvios perceberam quem era esse Freitas que se fez rodear duma «espécie» de lacaios que, à sua volta, viviam para bajular a criatura. E, quando descobriram – tarde e a más horas – ao fim de seis anos, que Freitas suportava a postura dourada em viscosos pés de barro e lama, finalmente, empurraram-no porta fora.

O «barlavento» (ou o Hélder Nunes) parece que também só ao fim desses seis anos o percebeu e, agora, impiedosamente, reconhece que o homem não passa de «uma espécie»!


ESCRITO DO BARLAVENTO

  • Uma espécie
    Afirma-se como uma espécie de governador civil.

    O deputado Miguel Freitas, ao fim de seis anos, descobriu que os eleitores algarvios não tinham quem os representasse.

    Vai daí, decidiu ocupar o Governo Civil de Faro à segunda-feira para receber os cidadãos, fazendo de conta que os protestos e críticas que lhe forem apresentados terão eco no Parlamento.

    Quando o PS estava no poder, Miguel Freitas tinha o pensamento virado para Bruxelas e para a alta política, esquecendo-se que o povo que hoje quer ouvir já existia.
    E o povo, por vezes, é uma chatice – torna-se ingrato e não vota em quem não olha por ele”.

    Transcrição literal: «barlavento», 28 de Julho
E nós acrescentamos: e só agora, ao fim de seis anos, é que Hélder Nunes resolveu dizer o que já sabia e tinha o dever de denunciar? Para onde teria o pensamento virado?

sábado, 30 de julho de 2011

Uma «stockout» e peras!...

vai um geladinho a passar do prazo?
Aí está uma grande habilidade da associação de comerciantes ACRL – a feira de stocks de Quarteira! «Habilidade» que, aliás, já prevíamos.

Estas feiras, na sua génese, têm uma finalidade: dar hipótese aos comerciantes de se livrarem de «monos», podendo pôr a preços de custo, ou abaixo de custo, os artigos de que não foram capazes de «despachar» em tempo oportuno, recuperando «algum», ao mesmo tempo que arranjam espaço nas prateleiras para os novos stocks.

Quem organizar um evento destes sabe disto e, muito mais o deve saber uma associação de comerciante.

Assim, a ACRAL não teve qualquer dúvida em afirmar que ia promover o «Stockout – Feira de Stocks de Quarteira», para “promover o comércio tradicional e dar a possibilidade aos lojistas de escoarem os seus produtos, ao mesmo tempo que os compradores poderão adquirir esses mesmos produtos a preços mais atractivos”.

A feira lá se fez – sabe-se lá como. E que se viu? O comércio tradicional a escoar os seus produtos?

Bom, se comércio tradicional são os marroquinos e os seus espelhos e lanternas; se comércio tradicional é o comércio de cortadores de relva; se comércio tradicional é o que compra os sapatos e «trapos» nas lojas dos chineses para os irem vender no Calçadão pelo triplo do que os comercializam os chineses… eles lá estavam a tentar escoar esses tais produtos; mas como os compradores não são completamente tolos, as cruzetas continuam e continuarão enfeitadas pelos trapinhos, bikinis e calções.

Se o comércio tradicional que precisa de escoar os seus produtos são as ourivesarias e bijouterias, eles lá estavam a vender os seus pechibeques, ao preço que lhes convém… O que é ainda mais curioso é que – a menos que estivessemos muito distraídos – lá estavam as representações da Câmara de Loulé e da Associação Centro Loulé a «dar a cara» pela triste obscenidade de feira de stocks que ajudaram a criar. Mas da ACRAL – a associação que vive à custa da quotização dos comerciantes… nem rasto! - Uma atitude de irresponsabilidade senão de cobarde hipocrisia.

A menos que os senhores da ACRAL, das vezes que por lá passámos, tenham ido refrescar na geladaria que ali se instalou – em concorrência incompreensível às pastelarias e geladarias do Calçadão.

E que raio de stocks serão aqueles de que se queria livrar a geladaria? – barquilhos e bolachas fora de prazo, ou natas no seu limite?!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Windows XP - um coleccionador de vírus

ou usa cópia legítima ou está desprotegido
Um estudo apresentado pela empresa de segurança informática Avast Software, revela que os computadores com Windows XP estão a tornar-se um reservatório de programas maliciosos.

Depois de analisar cerva de 600 mil computadores com o Windows, a Avast concluiu que 74 por cento das infecções com rootkits identificadas nesta análise encontravam-se em PC cujo sistema operativo era o XP, o que torna esta versão do Windows propícia ao surgimento de novas ameaças, que podem alastrar-se a outros sistemas operativos.

No pólo oposto encontra-se o Windows 7, que representa apenas 12 por cento das máquinas infectadas.

A empresa mostra-se preocupada com estes resultados, pois considera que os rootkits estão entre os tipos de malware mais sofisticados, na medida em que conseguem escapar muitas vezes aos sistemas de segurança dos computadores infectados durante muito tempo.

Segundo a Avast, a principal causa para o Windows XP ser o sistema operativo com mais rootkits prende-se com o facto de grande parte das cópias serem pirateadas e não foram actualizadas com os últimos patches lançados pela Microsoft.

Assim, “milhões de pessoas não estão actualizados e as suas máquinas estão desprotegidas”. Para evitar problemas de segurança, os investigadores aconselham os utilizadores a actualizarem o XP com uma cópia legítima do Service Pack 3, que continua a ser suportado pela Microsoft, ou a migrarem para o Windows 7.