ai, simplex!
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in “Público” de domingo, 26 de Agosto de 2007. por Eduardo Prado Coelho
foto de Sergio Granadeiro/Expresso
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Ainda na véspera, o escritor e ensaísta escrevera este “ai simplex!”. Quando o jornal saiu à rua, Eduardo Prado Coelho aguardava que o levassem à sua “última morada”.
Ao escutar os elogios fúnebres institucionais, senti a amarga sensação de que tinham sido escritos pelos assessores. Como dizia o “Público” online, ontem, os “intelectuais públicos”, correm o risco de lhes “ser servido um funeral de estado”, a que se seguirá a função toponímica e, pronto, está o caso despachado!
Uma má forma de despachar, Professor. Descansa em paz.
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