o poste ficou como recordação
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No seguimento de um comentário a esse post, estabelecemos contacto com um leitor que, hoje mesmo nos comunicou:
"[…]. Em todo o caso, alguém terá roubado a placa do sítio. Ou então os serviços camarários removeram-na deixando lá ficar o poste […]”.
Logo a seguir, recebemos novo comentário, que passamos a reproduzir:
“Caro amigo: Já correspondi ao seu pedido. Acabei de lhe enviar um e-mail com o regulamento aplicável à situação.
Já agora aproveito para informar os leitores do ‘Calçadão’ que esta não era a única praça de táxis ilegal. Junto ao mercado das 4ªas feiras, no topo norte, no arruamento da escola primária, foi plantada outra praça ilegal.
Lamentavelmente, este começa a ser o concelho em que os autarcas começam a ser os primeiros a não cumprir os regulamentos, nem as leis, nem coisa nenhuma.
Loulé já se transformou numa terra sem lei e... muito naturalmente, dos autarcas que já perderam a vergonha”.
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A situação parecia tão surreal que, correndo o risco de não chegar a casa a horas de jantar, pois o trânsito em Vilamoura, neste tempo, torna qualquer deslocação uma aventura de consequências imprevisíveis, decidi ir ver com os meus próprios olhos.
O resultado está à vista: o poste está lá. A placa, como o comentador afirmara… desapareceu.
Como demorei demasiado tempo a chegar a Quarteira, abandonei a ideia de ir verificar pessoalmente o que se passa, relativamente à segunda praça de táxis referida. Mas acredito piamente no que afirmou o nosso leitor.
Se as “autoridades” comprovaram que o sinal estava ali indevidamente colocado, eu pergunto: e agora, quem vai ressarcir de prejuízos os proprietários dos carros rebocados no Domingo?
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2 comentários:
Desculpe, Zé. Palavrões, aqui não! E não volte a tentar, por favor. O presidente da junta pode ser mau, pouco competente, inconstante ou o que você entendeu dizer. Mas não admito má-educação. Entendidos?
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