“fundação de aldeia” mostra “como se faz”

As sessões irão decorrer entre as 18.30 às 20.30 horas e procurarão traçar “um retrato de época ao nível dos quadrantes social, económi-co, político, mental e cultural, na senda da política de formação e difusão de conteúdos ligados à História Contemporânea algarvia”.
Num concelho onde as preocupações culturais das autarquias – municipal e das freguesias - se prendem quase apenas com futilidades, actos inconsequentes, foguetórios gastronómicos de culinária inviável e “cantores e cultura pimba”, a iniciativa da Fundação Manuel Viegas Guerreiro é, a todos os títulos notável.
Que pena que o mês escolhido tenha sido Julho, quando o período estival já traz novos apelos.
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