
O Partido Social Democrata do Algarve vai ter hoje o seu anual «mo-mento de glória» determinado por Mendes Bota: a chamada «Festa do Pontal».
O Calçadão de Quarteira vai ser palco do repasto e dos discursos de Mário Botelho, José Graça, Seruca Emídio, Fábio Bota, Aguiar Branco e, naturalmente, Mendes Bota, presidente da estrutura algarvia do partido.
O momento que poderá suscitar o maior interesse será a chamada ao palco, no encerramento da festa, já perto da meia-noite, de to-dos os cabeça-de-lista pelo PSD às assembleias de freguesia, assem-bleias municipais e câmaras municipais, bem como os candidatos a deputados pelo Algarve nas próximas eleições legislativas – ainda que a chamada de tão longa lista possa prolongar- -se para além do fastidioso.
Sobre o que pensamos sobre este «pontal», o semanário «barlaven-to» veio tirar-nos as palavras da boca, do que já augurávamos e aqui reproduzimos, depois de termos estado na festa do ano passado:
- "A edição de 2009 da Festa do Pontal vem provar aquilo que se antevia em 2008 – o que para muitos era considerada a rentrée política, passou a uma mera festa de convívio-popular dos militantes e simpatizantes social-democratas.
Mendes Bota, como político experimentado, sabe bem que as repercussões do actual modelo da Festa do Pontal não passam do Calçadão de Quarteira e as suas repercussões não agitam coisa nenhuma, com os intervenientes previstos".
É tempo de que se reflicta sobre o que se pretende com esta festa anual. A persistir-se neste modelo, mais ano menos ano, poderá transformar-se num mero pic-nic ou numa sardinhada, sem outro significado que o do reencontro de velhos amigos.
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