
A candidatura PSD deliberou, igualmente, apresentar queixa à Comissão Nacional de Eleições.
O ‘Calçadão’ faz votos por que rapidamente sejam apuradas e assacadas responsabilidades por tão repugnante atitude contra as regras e vivência democráticas.
A candidatura PSD deliberou, igualmente, apresentar queixa à Comissão Nacional de Eleições.
O ‘Calçadão’ faz votos por que rapidamente sejam apuradas e assacadas responsabilidades por tão repugnante atitude contra as regras e vivência democráticas.
06 de Outubro
11.00 h - Debate com candidatos à CMLoulé na Rádio Total FM
Partido Social Democrata
15.00 h - Acção de campanha em Salir
21.00 h - Comicio em Monte Ruivo (Alte)
21.30 h - Comicio em Salir (Escola Básica Integrada)
Partido Socialista
09.30 h – Porta-a-porta em S. Sebastião – Rua das Lojas
13.00 h – Almoço convívio em S. Sebastião
15.30 h – Porta-a-porta em Quarteira
20.00 h – Jantar-comício em Barrosas
Já em 1891, quando se produziu a revolta do 31 de Janeiro no Porto, o advogado José Jacinto Nunes apresentara, em nome do Partido Republicano, um projecto de Código Administrativo onde se projectava uma maior descentralização e maior autonomia dos poderes autárquicos:
“O continente da República portuguesa divide-se em províncias, as províncias em municípios e estes em freguesias” – dizia, no seu artigo 1º, o projecto de Jacinto Nunes. Desapareciam nesta proposta os distritos.
Por enquanto, nem províncias, nem regiões; e nem sequer a regionalização é consensual entre os portugueses.
Mas o que os portugueses sabem é que só a República pode conferir a cada português o estatuto inteiro de «cidadão» e que só com «cidadãos inteiros» será possível construir o futuro mais livre, mais justo e mais solidário que almejamos.
“(…) politicozinhos de meia-tigela que a tudo jogam mão para angariação de votos.Todo o louletano que se preze “gosta de ciclismo". Qual não foi o meu espanto quando esta manhã assisti ao início da corrida do sr dr. Emídio Seruca, que este blog aqui anuciou, e vi o Centro de Ciclismo, com a sua frota de carros do clube e respectivos corredores equipados com os equipamentos do clube, a participarem na corrida do candidato do PSD.
Isto é de pasmar e de perguntar, pois terão que responder por isto.
Então o Centro de Ciclimo de Loulé é do PSD? e do sr. doutor?Então o presidente do clube não teve "coisos" para dizer não?
Então onde está essa tão apregoada integridade do actual pre-sidente da CML? Do “bom homem”. Então onde está a isenção?
O Centro de Ciclismo agora tem dono?
Esquecem que o clube é dos sócios e que os seus sócios têm várias tendências politicas, e que decerto não gostaram do que viram.Será que desde a hora que o Centro de Ciclismo de Loulé se integrou no Louletano, o seu presidente Toni do Adro, também passou a ser dono do ciclismo em Loulé?
Será que tudo isto não será a preparar a cova ao Centro de Ciclismo de Loulé? O senhor presidente Batista, deve explica-ções aos sócios, e que sejam públicas, porque, para além dos sócios, há outras entidades envolvidas e que contribuem para que o ciclismo em Loulé seja hoje uma realidade."
Ass: Louletano amante do ciclismo
O senhor Baptista, a quem reconhecemos e agradecemos o mérito e a persistência na defesa do ciclismo louletano não passará, afinal, de um indivíduo sem carácter, capaz tanta subserviência?
O senhor António do Adro trata o ciclismo de Loulé como um negócio de carros da sucata?
E o senhor candidato, que ainda é presidente da Câmara, estava distraído, ou perdeu completamente o decoro?
O que também mudou foi o modo como se publicam rumores não confirmados, opiniões sem fontes atribuídas, teorias sem rosto. Jornais, rádios e TV fazem compromissos inaceitáveis: Sobre o que publicam, o modo como publicam e - até, pasme- --- -se! - sobre a origem dos documentos que publicam, fingindo virem de onde não vêm. As agências ou os peritos em comunicação, de que nenhum partido ou empresa prescinde, vieram prejudicar ainda mais este estado de coisas. (...)
Nos últimos tempos, os postos mais altos da política portuguesa têm vindo a tornar-se cada vez mais especialistas nestes truques. (…)”.
Por Henrique Monteiro, in «Expresso» de 29/Set
Quando, ao mais alto nível, as coisas da política portuguesa correm desta forma, como não esperar os actos mais imbecis dos politicozinhos locais, de meia-tigela?
Decididamente, os jantares são, cada vez mais, a chancela das campanhas políticas.
Parece que aqui há coisa... Os candidatos a vereadores nas próximas eleições já andavam a treinar há algum tempo!
Só não sabemos que papel pensam ir desempenhar - fidalgo, cavaleiro-vilão, escudeiro, arcabuzeiro, truão?
Para já, apenas tivemos acesso ao programa de actividades do Partido Social Democrata e do Partido Socialista.
03 Out (Sábado)
Partido Social Democrata
10.00 h - Acção de campanha no Mercado Municipal de Loulé
15.00 h - Acção de campanha junto da população
20.00 h - Jantar comício com apresentação dos candidatos à A.F. de Benafim
Partido Socialista
09.30 h - Campanha no Mercado Municipal de Loulé
13.00 h – Almoço comício no Ameixial
17.00 h – Campanha porta-a-porta em Quarteira
20.00 h – Jantar convívio em Quarteira
04 Out - Domingo
Partido Social Democrata
09.00 h - “Volta do Presidente – Passeio de Bicicleta” (Loulé - Boliqueime -Quarteira - Almancil - Loulé (piscinas)
No final - Almoço no Parque Municipal de Loulé
15.00 h - Acção de campanha junto do eleitorado de Boliqueime
20.00 h – Jantar comício em Boliqueime
Partido Socialista
09.30 h – Campanha porta-a-porta em S. Sebastião
13.00 h – Almoço de beneficência em Almancil (restaurante Cheers)
17.00 h – Campanha porta-a-porta em Tôr
20.00 h – Jantar convívio em Tôr
05 Out (feriado)
Partido Social Democrata
10.00 h - Acção de campanha junto do eleitorado de São Clemente
15.00 h - Acção de campanha junto do eleitorado de S. Sebastião
20.00 h – Jantar Comício com candidatos à A.F. S. Sebastião (NERA)
Partido Socialista
10.00 h – Campanha porta-a-porta em S. Clemente
13.00 h – Almoço convívio em S. Clemente
15.30 h – Campanha porta a porta em Salir
17.30 h - Comício em Salir
20.00 h – Jantar convívio em Benafim
A candidatura do Partido Socialista à Câmara Municipal de Loulé apressou-se a informar que não têm nenhuma ligação a esse facto e que o repudiam completamente, “no método, na forma e no conteúdo”, considerando que se trata de atitudes que “em nada beneficiam o debate democrático nem dignificam a Democracia”.
Entretanto, terá sido referenciado um cidadão de ascendência africana como um dos distribuidores desse panfleto e espera-se que, a partir dele, seja possível determinar a respectiva autoria.
Por aqui se vê a «qualidade» dos que tecem as orientações políticas na nossa terra, trinta e tal anos após a Revolução dos Cravos!
Na última reunião da Câmara Municipal de Loulé realizada antes das eleições autárquicas, realizada no passado dia 23 de Setembro, foram tratados os seguintes assuntos, tendo as respectivas deliberações sido tomadas por maioria dos vereadores presentes:
Foram ainda tratados os seguintes assuntos, tendo as respectivas deliberações sido tomadas por unanimidade:
Na ausência de interesse por parte dos cidadãos pela argumentação política, desencantados que estes estão pela argumentação demagógica e maliciosa, os partidos e os seus responsáveis desdobram-se na organização de jantares. Quanto maiores, melhor.
Fazem bem; pelo menos, sempre há uma meia dúzia de empresas de catering e de restauração que se vão safando. O número de comensais traduz, no entender dos organizadores, o número de votos do acto eleitoral que vem a seguir.
E, na impossibilidade de comprar (e cobrar) o voto dos incautos, dobram e redobram as «borlas» até chegar ao limite: ninguém paga. E nem percebem que estas manipulações já nem convencem ninguém. Não entendem porque os jornais não reproduzem os números fantasiosos que lhes são fornecidos (porque os jornais até sabem a capacidade das salas e sempre têm meios de se informarem, junto das empresas que fornecem a paparoca) e não percebem, por fim, que essas «borlas» acabam por ser o sinal evidente de uma desonestidade latente.
Mas, tudo bem: os políticos lá vão conseguindo os fundos para financiar os seus desvarios, quer seja através das verbas «de campanha» quer seja através do financiamento por parte de empresários amigos, que lá ficarão à espera de poder recuperar, com juros, os favores «adiantados».
Quando, porém, esta compra de votos através do estômago se faz à custa de todos nós, aí a coisa fia mais fino e é preciso denunciar. É um acto repugnante. É desprezível. É peculato. Temos a convicção de que o executivo municipal louletano entende isso. E, no entanto, é essa a sua forma de proceder desde há anos a esta parte.
Levar quinhentas pessoas a jantar a um casino à custa do erário municipal, sob o pretexto de uma festa aos idosos, em véspera de mais um acto eleitoral, para além de reprovável, é nojento e diz bem do carácter de quem assim procede.
Para tal, a associação enviou questionários onde, entre vários assuntos, é perguntado aos candidatos a futuros responsáveis concelhios o que pensam sobre a expansão das áreas urbanas dos seus concelhos, como podem as zonas protegidas conviver com o desenvolvimento urbanístico, sobre os grandes projectos turísticos previstos para os concelhos e, nomeadamente, sobre a instalação de novos campos de golfe.
Para além disso, formulou outras perguntas que se centram unicamente em cada um dos concelhos. Aos candidatos à Câmara de Loulé, a Almargem pergunta:
Boas perguntas! Vamos ver o que pensam sobre isso os candidatos. Se é que pensam alguma coisa...
As frases são retiradas de uma longa entrevista que Seruca Emídio concedeu ao seu “fiel” jornal «Região Sul», co-propriedade de um dos candidatos a vereadores na lista social-democrata.
O texto que aqui se transcreve é elucidativo da forma como o edil de Loulé e os louletanos encaram Quarteira:
Não se entende, pois não? Quarteira gera riqueza mas se Loulé não vivesse às suas custas, ficaria um concelho pobre!
Seruca Emídio deixou fugir a boca para a verdade: Loulé é o chulo de Quarteira!
E agora? Ainda há quarteirenses a pensar em votar em Seruca Emídio?