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domingo, 31 de julho de 2011

O INUAF expande-se em Loulé

que é feito dos planos e terrenos para o novo edifício «de raíz»?

O Instituto Superior Dom Afonso III (INUAF) tem, desde o seu início, muitas «estórias» mal contadas. A começar pela «estória» dos fundadores e accionistas agrupados na CEUPA, de que pouco se soube na altura e muito pouco tem sido revelado até hoje.

Pode ser que, um dia destes, alguém se decida falar claro e os louletanos venham a saber muitas verdades, entre as quais a forma de contratação (?!) de empregados e «alegados» docentes, muitos recrutados entre licenciados armados em professores.

Isto independentemente dos bons serviços que o INUAF (também) tem prestado a Loulé, muito pela iniciativa ou pelo empenhamento do Dr. Sampayo.

Acaba, agora, de ser divulgado que o Instituto passa a dispor, a partir de Setembro, de mais 600 metros quadrados de salas e laboratórios, que irão acrescer oito salas e dois espaços de investigação às já existentes.

Esses espaços ficarão ao dispor das áreas da saúde, desporto e educação física; biologia do ambiente; simulação empresarial e marketing; produção multimédia, laboratórios de informática e de psicologia.

É bom perceber que a instituição progride, servindo, aparentemente, a área do município.

Mas se isso se percebe, há outros «mistérios» que ninguém se preocupa em investigar e desvendar.

Por exemplo: Lembram-se, com certeza que, em Outubro de 2001 foi assinado um protocolo entre a Câmara de Loulé e a CEUPA, protocolo ratificado, com pompa e circunstância em Maio de 2002, mediante o qual, a Câmara cedeu à segunda um terreno na Campina, “próximo da Mina de Sal e junto à Circular de Loulé", com a área de 20 mil metros quadrados, destinado à construção de um edifício de raiz para o INUAF.

Recordamos que, então, foram apresentados uns «bonecos» representando as futuras instalações que, se a memória não nos atraiçoa, corresponderiam ao projecto ou anteprojecto a executar pelos serviços da autarquia.

Depois… Fez-se silêncio sobre o assunto.

Perdeu-se o interesse pelas novas e modernas instalações anunciadas? Entendeu-se que a cedência (a título gratuito?) das instalações do convento eram mais que suficientes?

Ou passou algum cão e levou nos dentes o terreno disponível?

É que já passaram dez anos!...

Uma espécie de… gramofone

“fazendo de conta que” o quê? que era cego, surdo e mudo?

O semanário «barlavento», pela pena de Hélder Nunes, seu director, funcionou até há poucas semanas, como um gramofone… do segmento mais retrógrado do PS/Algarve, personificado numa «espécie» de líder algarvio de triste inacção e de nome de Miguel Freitas.

Isto, até ao momento em que os socialistas algarvios perceberam quem era esse Freitas que se fez rodear duma «espécie» de lacaios que, à sua volta, viviam para bajular a criatura. E, quando descobriram – tarde e a más horas – ao fim de seis anos, que Freitas suportava a postura dourada em viscosos pés de barro e lama, finalmente, empurraram-no porta fora.

O «barlavento» (ou o Hélder Nunes) parece que também só ao fim desses seis anos o percebeu e, agora, impiedosamente, reconhece que o homem não passa de «uma espécie»!


ESCRITO DO BARLAVENTO

  • Uma espécie
    Afirma-se como uma espécie de governador civil.

    O deputado Miguel Freitas, ao fim de seis anos, descobriu que os eleitores algarvios não tinham quem os representasse.

    Vai daí, decidiu ocupar o Governo Civil de Faro à segunda-feira para receber os cidadãos, fazendo de conta que os protestos e críticas que lhe forem apresentados terão eco no Parlamento.

    Quando o PS estava no poder, Miguel Freitas tinha o pensamento virado para Bruxelas e para a alta política, esquecendo-se que o povo que hoje quer ouvir já existia.
    E o povo, por vezes, é uma chatice – torna-se ingrato e não vota em quem não olha por ele”.

    Transcrição literal: «barlavento», 28 de Julho
E nós acrescentamos: e só agora, ao fim de seis anos, é que Hélder Nunes resolveu dizer o que já sabia e tinha o dever de denunciar? Para onde teria o pensamento virado?

sábado, 30 de julho de 2011

Uma «stockout» e peras!...

vai um geladinho a passar do prazo?
Aí está uma grande habilidade da associação de comerciantes ACRL – a feira de stocks de Quarteira! «Habilidade» que, aliás, já prevíamos.

Estas feiras, na sua génese, têm uma finalidade: dar hipótese aos comerciantes de se livrarem de «monos», podendo pôr a preços de custo, ou abaixo de custo, os artigos de que não foram capazes de «despachar» em tempo oportuno, recuperando «algum», ao mesmo tempo que arranjam espaço nas prateleiras para os novos stocks.

Quem organizar um evento destes sabe disto e, muito mais o deve saber uma associação de comerciante.

Assim, a ACRAL não teve qualquer dúvida em afirmar que ia promover o «Stockout – Feira de Stocks de Quarteira», para “promover o comércio tradicional e dar a possibilidade aos lojistas de escoarem os seus produtos, ao mesmo tempo que os compradores poderão adquirir esses mesmos produtos a preços mais atractivos”.

A feira lá se fez – sabe-se lá como. E que se viu? O comércio tradicional a escoar os seus produtos?

Bom, se comércio tradicional são os marroquinos e os seus espelhos e lanternas; se comércio tradicional é o comércio de cortadores de relva; se comércio tradicional é o que compra os sapatos e «trapos» nas lojas dos chineses para os irem vender no Calçadão pelo triplo do que os comercializam os chineses… eles lá estavam a tentar escoar esses tais produtos; mas como os compradores não são completamente tolos, as cruzetas continuam e continuarão enfeitadas pelos trapinhos, bikinis e calções.

Se o comércio tradicional que precisa de escoar os seus produtos são as ourivesarias e bijouterias, eles lá estavam a vender os seus pechibeques, ao preço que lhes convém… O que é ainda mais curioso é que – a menos que estivessemos muito distraídos – lá estavam as representações da Câmara de Loulé e da Associação Centro Loulé a «dar a cara» pela triste obscenidade de feira de stocks que ajudaram a criar. Mas da ACRAL – a associação que vive à custa da quotização dos comerciantes… nem rasto! - Uma atitude de irresponsabilidade senão de cobarde hipocrisia.

A menos que os senhores da ACRAL, das vezes que por lá passámos, tenham ido refrescar na geladaria que ali se instalou – em concorrência incompreensível às pastelarias e geladarias do Calçadão.

E que raio de stocks serão aqueles de que se queria livrar a geladaria? – barquilhos e bolachas fora de prazo, ou natas no seu limite?!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Windows XP - um coleccionador de vírus

ou usa cópia legítima ou está desprotegido
Um estudo apresentado pela empresa de segurança informática Avast Software, revela que os computadores com Windows XP estão a tornar-se um reservatório de programas maliciosos.

Depois de analisar cerva de 600 mil computadores com o Windows, a Avast concluiu que 74 por cento das infecções com rootkits identificadas nesta análise encontravam-se em PC cujo sistema operativo era o XP, o que torna esta versão do Windows propícia ao surgimento de novas ameaças, que podem alastrar-se a outros sistemas operativos.

No pólo oposto encontra-se o Windows 7, que representa apenas 12 por cento das máquinas infectadas.

A empresa mostra-se preocupada com estes resultados, pois considera que os rootkits estão entre os tipos de malware mais sofisticados, na medida em que conseguem escapar muitas vezes aos sistemas de segurança dos computadores infectados durante muito tempo.

Segundo a Avast, a principal causa para o Windows XP ser o sistema operativo com mais rootkits prende-se com o facto de grande parte das cópias serem pirateadas e não foram actualizadas com os últimos patches lançados pela Microsoft.

Assim, “milhões de pessoas não estão actualizados e as suas máquinas estão desprotegidas”. Para evitar problemas de segurança, os investigadores aconselham os utilizadores a actualizarem o XP com uma cópia legítima do Service Pack 3, que continua a ser suportado pela Microsoft, ou a migrarem para o Windows 7.

Mais um conto para meninos tolos

a história do espião que se queixa de ser espiado
Era uma vez um lobo enxertado em madeira de carvalho que vivia na vizinhança de uma horta de saloios que tinha o nome esquisito de Lagutrop.

O lobo, aproveitando a candura do dono da horta, que era o mais saloio de todos, conseguiu ser contratado por ele para chefe dos vigilantes – o espião da horta.

O salário estava fixado: meio litro de leite por dia e dois cordeiros ao fim do mês. Ficou com o emprego, o lambão.

E, na qualidade de espião, o enxertado em carvalho ia recolhendo as informações que mais lhe convinham: a que horas iam os rebanhos para a pastagem, quais os cordeiros mais apetecíveis, as horas do descanso do pastor e do seu cão, onde o saloio mor escondia a chave da porta quando saía, o esconderijo do cofre… enfim, pormenores que um dia lhe poderiam ser úteis.

Na vizinhança da horta, morava outro saloio que também tina uma horta também com um nme esquisito; a Gniogno.

O dono desta Gniogno vivia no sonho de um dia «apanhar» a horta do outro saloio mas, para isso, tinha de descobrir alguns pormenores: a que horas iam os rebanhos para a pastagem, quais os cordeiros mais apetecíveis, as horas do descanso do pastor e do seu cão, onde o saloio escondia a chave da porta quando saía, o esconderijo do cofre…

Lembrou-se, então o dono da Gniogno que o lobo de carvalho lhe poderia ser útil e tudo ficou combinado. O lobo carvalho passava-lhe as informações e, quando o fizesse, teria à sua espera um tachinho que pagava um litro de leite por dia, quatro cordeiros e uma ovelha à escolha, todos os meses. E o negócio fechou-se.

Mas o Diabo, nesse dia estava de serviço e viu o espião passar as informações e, talvez porque tinha umas velhas contas pendentes, pegou em si, foi ter com um jornalista conhecido e contou-lhe tudo. Tudinho.

Bem, era a altura de a polícia entrar em acção e foi chamada.

Ah… não é nada disso que você está pensando! Você pensa que o saloio da Lagutrop se foi queixar? Mas assim a história não tinha piada nenhuma!

Quem foi apresentar queixa foi o espião. Diz ele que cometeram contra ele o crime grave de o terem visto a passar informações ao futuro patrão.

Este Lagutrop (ou o contrário, se preferirem) é mesmo um país de contos infantis, não é? Para entreter os saloios.

  • NOTÍCIA:
    O ex-director do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa vai entregar hoje uma queixa-crime por violação de correspondência e utilização indevida da mesma, depois do jornal Expresso ter noticiado que Jorge Silva Carvalho cedeu informações confidenciais à Ongoing.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Feira de Stocks de Quarteira

a acral diz “promover o comércio tradicional” mas… promove?!
A Associação Centro Loulé e a ACRAL promovem, com os bons auspícios das autarquias, a terceira edição do «Stockout – Feira de Stocks de Quarteira», a partir de hoje, 28 até 31 de Julho, no Calçadão.

Aguarda-se a presença de quarenta representantes dos estabelecimentos comerciais do concelho de Loulé, nas áreas do vestuário, calçado, acessórios de moda, roupa interior, decoração, artigos de desporto, ourivesaria, jardinagem e acessórios para animais.

O objectivo é, no dizer dos promotores, promover o comércio tradicional e dar a possibilidade aos lojistas de escoarem os seus produtos, ao mesmo tempo que os compradores poderão adquirir esses mesmos produtos a preços mais atractivos”.

Até aqui, está tudo muito bem. Fica bem à ACRAL passar das palavras aos actos, na defesa dos seus associados, os empresários retalhistas.

Mas, para quem diz que pretende “promover o comércio tradicional” e também visa “que os compradores possam adquirir esses produtos a preços mais atractivos”, podem dizer quando tomaram alguma atitude junto das autarquias, ou das autoridades policiais (ASAE, GNR…), ou até mesmo na imprensa, para acabar com a concorrência desleal que são os vendedores clandestinos - ditos ambulantes - nas ruas de Quarteira?

Estes, sim, podem vender “a preços mais atractivos”: não pagam impostos, nem Segurança Social, nem renda das «lojas», nem luz, nem água, nem quotas à ACRAL (e às vezes nem os próprios produtos que vendem).

E, ainda por cima, com a sua presença terceiro-mundista, transmitem uma péssima imagem de Quarteira, do seu comércio, da sua população…

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Ampliação do heliporto de Loulé

permanência de meios aéreos: segurança, protecção e socorro
Num investimento que orçará os 722 mil euros (co-financiado em 70% do Programa Opera-cional Temático de Valorização do Território), segundo uma nota de imprensa da Câmara, irão ter início no mês de Agosto as obras de ampliação e remodelação do heliporto municipal.

Esta ampliação irá permitir criar, no quartel de Bombeiros de Loulé, as condições para a permanência de meios aéreos para operações de segurança, protecção e socorro.

Para tal, será construído um novo edifício de dois pisos, que irá albergar quartos para as tripulações, recepção, central de comunicações e outras funcionalidades.

Ficarão assim criadas as condições necessárias para garantir a instalação dos meios huma-nos de protecção e socorro (helicóptero de emergência médica do INEM, com uma equipa permanente 24 horas por dia, e os serviços da Autoridade Nacional de Protecção Civil).

O prazo para execução da obra é de 360 dias.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Teatro em Quarteira

camões em interpretação livre

No próximo dia 4 de Agosto, a partir das 22:00 horas, a Companhia de Teatro do Algarve estará na Praça do Mar, em Quarteira, para apresentar o espectáculo de rua “Canto Nono”, uma criação colectiva a partir dos Lusíadas.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Os Vira-casacas Algarvios

onde se fala de cores, coluna vertebral, jobs e de auto-estradas
É costume e todos lhe conhecemos os contornos: de cada vez que há mudanças no poder, logo surgem, como cogumelos, as mudanças de opinião. Muitas vezes, essas mudanças são lentas e graduais; outras vezes são drásticas e repentinas, mal se percebe que as coisas estão prestes a mudar.

O «Zé-pagode» conhece os figurões e, desde os tempos da Tomada da Bastilha, crismou-os de «vira.casacas». São os que navegam à bolina, desprezando os valores éticos, morais, políticos e culturais.

Quase sempre são os mesmos que, até então, bajulavam e aplaudiam o poder, aqueles que «descobrem», de um momento para o outro, que andavam enganados e correm a aplaudir o novo poder. Representam eles o pior extracto da sociedade.

Para eles, contam apenas as «regras» que lhes viabilizam vantagens pessoais. Não lhes importam os meios - o que não significa que não saibam que são atitudes reprováveis. Mas o que lhes sobra em esperteza, falta-lhes em verticalidade na coluna vertebral.

São os mesmos que correm a rodear os «novos senhores», satisfazendo-lhes o ego e o narcisismo. Aconteceu há meses à volta de Passos Coelho, como aconteceu agora com António Seguro.

Mas ai dos que derem ouvidos aos encómios de momento; mais mês menos mês, haverá que pagar as fidelidades. Governo que se deixe rodear por essa corja estará para sempre refém dessa espécie de boys, por mais que jure e tresjure que consigo não contarão com jobs.

Veja-se o que aconteceu no governo de Guterres e agora, apesar do «aviso prévio» da não criação de jobs para os seus boys, veja-se o que já aconteceu na Caixa Geral de Depósitos, numa penada enxameada por «fiéis» sem currículo – e o novo governo só cumpriu o primeiro mesinho de mandato.

O vira-casaquismo já está na berlinda: mesmo perante o aumento de impostos associado à retenção do equivalente a metade do 14.º mês - uma medida intrinsecamente má que todos condenariam no governo anterior – muitos não tiveram pingo de pudor em elogiá-la, como se uma medida pudesse ser boa ou má conforme a cor de quem a decide.

O mesmo se tem passado à volta do pagamento das auto-estradas. O actual governo, quando ainda o não era, acorrera peremptório: «ou pagam todos, ou não paga ninguém». Depois assumiu o poder e as portagens continuam a ser como enfeites de Natal nas tais ainda Scuts, apesar de todos sabermos da inevitabilidade dessa cobrança, para um governo que precisa de dinheiro como o pão para a boca.

No Algarve, os «politiquinhos» têm andado como seara oscilando ao vento: Mendes Bota - um bocado mais esperto que os outros - um dos mais acérrimos algozes do pagamento de portagens, tem-se, aos poucos, apagado e silenciado; Freitas – outro que sonhou um dia vir a ser «vice-rei dos Algarves» - coitado, já nem sabe o que dizer, manifestando-se num dia «sim», noutro «não» e num terceiro «nim», clamando pela «conclusão» das obras da 125 – como se isso fosse previsível para os próximos tempos ou servisse para alguma coisa.

Faltava o terceiro que ambiciona vir a ser o Alberto João do Algarve: Macário Correia. Ainda há semanas, quando tínhamos um governo «socrático», jurava «fidelidade eterna» aos que condenam o pagamento de portagens na A22. Dizia em Abril que “a introdução das portagens é e sempre será uma injustiça […] A nossa causa (as anti-portagens) deve namter-se e presistir, independentemente de qualquer desculpa que o governo arranje”.

Dizem-nos que chegou a apelar à desobediência civil (essa passou-me). Agora resolveu que esta casaca não lhe ficava bem: “As portagens são uma inevitabilidade […] Compreendemos aquilo que o governo actual e o anterior vinham defendendo”.

Compreendeu? Agora? À pergunta, em discurso directo, não sabe justificar essa tardia e oportuna «compreensão» e, por isso, temos de inferir: ou Macário aguarda por um novo «brinquedo» (brinquedo vulgarmente conhecido por job); ou Macário é de compreensão (muito) lenta!

domingo, 24 de julho de 2011

Quarteira Activa 35 minutos por dia

pode não perder peso… mas não é o fitness que engorda
Decorre actualmente e até final de Agosto, a 9ª edição do Projecto Quarteira Activa, dinamizado pela associação Dinamika, com o apoio da Câmara de Loulé e da Junta de Quarteira.

O projecto prevê 21 aulas de 35 minutos cada, da modalidade de fitness, gratuitas, por semana, junto de quatro palcos junto ao areal: na Praça do Mar; em frente do Hotel Dom José, em frente do Lendário e no Calçadão nascente.
Imagem: Foto de arquivo da CML

Vai «fermoso» e… não seguro

mas revisão constitucional… nem pensem!
Os resultados parciais da votação para secretário-geral do PS, dão Seguro como vencedor das eleições, com 65 a 70 por cento dos votos.

Com a maior parte dos votos já apurados, António José Seguro obteve 17.604 votos contra 7.969 votos de Francisco Assis. O que significa que, dos cerca de 1.850 delegados que irão ao Congresso Nacional do PS, que se realizará entre 9 e 11 de Setembro, a candidatura de Seguro deverá ter eleito 1.058 contra os 258 afectos a Francisco Assis.

Na sua primeira declaração como secretário-geral do PS, António José Seguro já avisou o Governo que irá rejeitar uma nova revisão constitucional.

Falando «para dentro» do partido, Seguro disse que, no âmbito da “modernização” e “abertura” do PS à sociedade, [...] haverá novidades” no Congresso; mas foi adiantando que é sua intenção dar liberdade de voto aos deputados socialistas.

Vamos ver até onde as palavras correspondem a actos e não apenas a … intenções.

sábado, 23 de julho de 2011

A luta continua: manifestação sai à rua

mais um dia a andar devagarinho na 125
A denominada «Comissão de Utentes da Via do Infante», realizou ontem, no Patacão, uma conferência de imprensa para apresentar ideias sobre «novas formas de luta contra a introdução de portagens na Via do Infante».

A comissão anunciou a formação de uma «associação para a mobilidade em geral e segurança» e a realização de uma marcha lenta na EN 125, num dia não definido do mês de Agosto.

Além disso, a comissão manifestou-se profundamente desagradada com as recentes posições de Macário Correia a quem «responsabiliza» pelo "agravamento da crise da região e o aumento de mortes e feridos na EN125”, e a quem acusou de se ter aproveitado das acções da «plataforma anti-portagens», servindo-se delas “para ter protagonismo”, pelo que se sentem “ofendidos e traídos”.

Não há um interlocutor válido no Algarve para falar sobre as portagens na Via do Infante. A recente atitude de Macário Correia ditou a morte da plataforma que existia. Reafirmamos que não enjeitamos qualquer tipo de luta, desde que não se traduza em violência ou ilegalidade”, afirmou João Caeteno que, juntamente com João Vasconcelos, José Amaro, Fátima Conceição, José Domingos, António Almeida, João Martins e José Vitorino, integra a referida «associação para a mobilidade em geral e segurança».

Vitorino, sempre na brecha, à cata de dividendos; mas, definitivamente: a dita - «comissão de utentes» ainda não percebeu nada do que se está a passar em Portugal…
Imagem: Foto da reunião, retirada do sítio do «Região Sul»

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Eleições no Partido Socialista

em loulé e quarteira agarram-se às bóias de salvação
O Partido Socialista vai eleger, entre hoje e amanhã, 22 e 23 de Julho, o secretário geral do seu partido, que substituirá José Sócrates.

Na disputa, estão António José Seguro (Lista A), com a moção global de estratégia «O novo ciclo para cumprir Portugal», e Francisco Assis (Lista B), com a moção «A força das ideias».

Simultaneamente, o PS vai eleger os delegados afectos a ambas as listas, que integrarão o congresso nacional que se realizará em Setembro.

Chegam-nos às mãos as respectivas listas que, sem que nos tragam grandes surpresas, não podem deixar da causar algumas perplexidades:

Uma das listas da concelhia de Loulé – afecta a Francisco Assis – é encabeçada por Joaquim Vairinhos, o candidato humilhantemente derrotado das últimas eleições autárquicas e que resignou ao cargo de vereador, para que foi eleito.

Outra das listas – afecta a José Seguro – que elegerá os delegados ao congresso por Quarteira – integra, entre outros, o actual presidente da concelhia de Loulé, Victor Faria, e ainda o coordenador da secção de Quarteira, Carlos Carmo, mais Lígia Brito, João Carrapa e Cristina Brito, membros do anterior secretariado ou da comissão concelhia louletana.

O curioso (?!) é que estes nominados defendem agora ideias de Seguro que ainda há pouco rejeitavam: “Eu valorizo muito a militância partidária. Os militantes do PS são cidadãs e cidadãos válidos e empenhados na defesa da sua terra e do nosso país. Eu quero dar mais voz e mais poder aos militantes do PS” (Seguro, em Portimão).

Defendem ainda “A vontade de devolver o partido aos militantes e abri-lo à participação dos simpatizantes. A vontade de revitalizar o PS, promovendo o debate, a reflexão e a concepção de propostas alternativas a este governo liberal e conservador".

No seu «manifesto», os integrantes da lista quarteirense afirmam ainda que “para nós, os militantes não são um problema, os militantes são uma das maiores riquezas do nosso PS. Contamos consigo para fazer parte de uma nova forma de fazer política”.

Só falta aparecer nesta lista Hugo Nunes, o anterior presidente da concelhia de Loulé.

Porque todos os nominados neste post já se esqueceram do seu procedimento nas últimas eleições autárquicas, quando impuseram as suas escolhas, rejeitando liminarmente, a discussão e escolha dos militantes de Quarteira e Loulé.

Mudaram de ideias porque reconheceram o seu erro? Ou porque pressentem que esta será a forma de conseguirem manter-se a flutuar, esperando que um eventual candidato lhe venha dar depois a possibilidade de rejeitarem amanhã o que hoje defendem e ontem rejeitaram?

Confuso? Nem tanto, nem tanto!

Mas não será com gente desta que o PS apresentará “cidadãos válidos e empenhados na defesa da sua terra e do nosso país” – como quer Seguro.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

A anedota do dia

a via do infante e as vias transversais…
A Concelhia de Faro do Partido Socialista apelida Macário Correia de "incoerente" pela sua recente mudança de posição quanto à introdução de portagens na Via do Infante.

No comunicado do PS/Faro, afirma-se que "o Partido Socialista, nestas matérias teve sempre a mesma posição, que mantemos".

Que posição? A de Miguel Freitas, favorável às portagens ou contra elas?

Parece que, neste ponto, o PS/Algarve tem sido muito coerente, não acham? Somos um povo de memória curta. Mas não tão curta!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Alunos quarteirenses entre os vencedores do «N@Escolas»

o prémio consiste numa viagem de 15 dias através da europa
O grupo de alunos «100 Comentários», da Escola Secundária Drª Laura Ayres, de Quarteira, foi. juntamente com o grupo «Bússula Estudantil», da Secundária de Loulé, um dos seis grupos vencedores da quarta edição do concurso “N@Escolas”, um projecto dirigido a estudantes do ensino secundário e profissional.

Trata-se de uma iniciativa de âmbito nacional, promovida pelo Diário de Notícias, e os premiados vão partir para uma viagem de autocarro, de quinze dias, através da Europa, percorrendo seis países e doze cidades.

O concurso consistiu na concepção dum jornal, integrando o editorial, entrevistas, reportagens, participação num painel de debate e realização de uma conferência de imprensa.

Os estudantes de Loulé foram os vencedores na área «Política» e os de Quarteira foram os vencedores da secção «Sociedade».

Neste passeio através da Europa, os alunos continuarão no papel de jornalistas já que, cada grupo, fará duas reportagens sobre duas das cidades visitadas.

Antes da partida, os jovens foram recebidos pelo presidente da Câmara de Loulé, que lhes fez a entrega de lembranças do concelho, para os alunos do município oferecerem a instituições dos países por onde irão passar.