
Segundo o simulador utilizado na elaboração do estudo, nas palavras do professor Sousa Oliveira, do Instituto Superior Técnico e um dos peritos que participou na elaboração deste estudo, um sismo com a magnitude do que se registou no Haiti na semana passada, deixaria -"afectadas em cerca de 50 por cento unidades hospitalares, escolas, redes eléctricas ou de abastecimento de água, entre outras".
O ministro da Administração Interna, que presidiu a esta apresenta-ção, referiu que o Estudo de Risco Sísmico e Tsunamis do Algarve é "um instrumento valiosíssimo que pode significar a preservação de inúmeras vidas e de valiosos bens […] abrange] desde a definição e caracterização das estruturas sísmicas da região até à avaliação dos danos associados a cenários sísmicos, passando pela caracterização dos movimentos pendulares da população".
O estudo – salientou o ministro - "não é puramente teórico ou académico, porque permite prever quais serão as consequências de um tremor de terra ou tsunami na região".
Assim, e com base nele, vai ser realizado, durante o primeiro semestre deste ano, pela Autoridade Nacional de Protecção Civil e com a colaboração de outras entidades, um plano de acção, de emergência e um inventário dos meios necessários e das medidas a tomar em caso de catástrofe.
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