
O primeiro-ministro reafirmou a intenção de avançar com um novo referendo à autonomia regional de competências, mas só avançará com um novo processo de referendo após obter um acordo com o PSD em matérias como o mapa regional e os poderes a descentrali-zar para as regiões administrativas, para evitar repetir o que se passou no anterior referendo.
O PSD ainda não tomou uma posição sobre o tema, defendendo apenas a realização de um novo referendo junto dos portugueses pois, matéria em concreto divide o partido.
O líder parlamentar, Aguiar-Branco, afirmou recentemente que “na altura própria, quando a questão se colocar, o PSD tomará uma posição” – o que significa que os sociais-democratas continuam divididos sobre a matéria
O CDS, por seu lado, tem assumido posições contrárias a este mode-lo de organização do território, reafirmando as críticas à criação de um patamar intermédio de gestão do poder político, enquanto o PCP e o BE têm reafirmando o seu apoio à regionalização.
Na rua, o desanimado cidadão comum, continua a pensar que o processo se resumirá à criação de mais umas centenas ou milhares de «tachos»…
1 comentário:
Mais divisoes administrativas só interessam aos políticos para haver mais lugares para tachos.
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