quatro perguntas incómodas… «em bloco»

O Bloco de Esquerda de Loulé enviou-nos uma súmula do trabalho que tem desenvolvido na Assembleia Municipal de Loulé, onde tem apenas um deputado.
Um dos assuntos respeita ao «empreendimento comercial do Ikea» o qual, ultimamente reacendeu a perplexidade das pessoas, como se pode verificar pela natureza e teor dos comentários ao nosso post de ontem, no ‘Calçadão’.
Sobre esta questão, o Grupo do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal enviou quatro perguntas incómodas ao presidente da Câmara de Loulé:
- Qual o ponto de situação do projecto na Câmara Municipal?
. . . . - Qual a localização (ou localizações) previstas para o empreendimento, já que se previa reunião com a CCDRA para uma indicação relativa a esta definição?
. . . . - Os terrenos previstos para implantação obrigam a alterações no quadro da actual revisão do Plano Director Municipal de Loulé?
. . . . - Que garantias tem a Câmara de que o investimento favorece o desenvolvimento económico do concelho em termos de criação de empresas e de emprego local, de que se respeitam as condicionantes de uso do solo e de que se preserva um desenvolvimento ecológico sustentável?
As perguntas não parecem complicadas e as respostas não parecem difíceis de dar.
Pode é ser muito complicado dá-las. Com verdade, é claro.
3 comentários:
Em entrevista à Agência Lusa, o presidente da Câmara de Loulé Seruca Emídio disse que existem duas intenções para a localização de dois grandes centros comerciais no concelho, sendo a do IKEA no eixo Loulé/Faro e a do grupo Auchan (Jumbo) no eixo Loulé/Quarteira.
Em resposta à associação ambientalista Quercus, que acusou segunda-feira o gigante imobiliário sueco IKEA de querer construir uma nova loja em Loulé em solos classificados como RAN, o autarca afirmou que ambos os projectos estão inseridos em terrenos "predominantemente agrícolas".
"A percentagem de RAN é mínima.
Ou seja: Seruca Emídio fará as batotas que forem necessárias e o IKEA vai para a frente.
Vou escrever uma passagem obscura das escrituras feitas no notário Luis Valente em Faro da imo 224 sendo seu representante Vasco Franco, ( Os primeiros outorgantes obrigam-se a manter confidencial, pelo prazo de um ano após este acto, todo e qualquer factou informação de que tenham ou venham a ter conhecimento no ambito do contrato-promessa de compra e venda e desta escritura, comprometendo-se a não divulgar, usar ou tornar público, por qualquer forma e qualquer fim,os respectivos termos e disposições. Pergunto a quem saiba as escrituras são públicas ou não? Penso que sim por isso tenho uma na mão que está terminar o ano de confidente depois divulga-la.
Parabens ao Bloco de Esquerda assim é que é fazer politica.
lutar pela verdade e defender os interesses do concelho.
E pena que os demais partidos não sigam a vossa politica.
e por isso que cada vez tem mais votos.
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