
O bloquista acusou José Sócrates de “dizer o que não faz e fazer o que não diz”, denunciando «os ataques» combinados entre o Governo e a troika, ao Serviço Nacional de Saúde e à banca pública.
Referindo-se aos resultados das medidas impostas para receber o empréstimo de 78 mil milhões de euros, Louçã disse que significarão “mais pobres, mais desemprego e recessão continuada”.Num «jogo» directo aos votantes do PS, salientou que “aceitar a transferência brutal do ataque ao contribuinte”, que resultaria do choque na competitividade fiscal, proposto no programa do PSD, é “aceitar um ataque às suas famílias, aos seus direitos, aos seus salários”.
Entre argumentos de peso, Louçã pede votos à esquerda e à direita?
Depois de, na véspera, ter «jurado» que o Bloco não entrará nunca num governo com Sócrates, e falhadas as suas anteriores tentativas para «ser aceite» pelo PCP, Louçã traçou o seu caminho definitivo: não quer ser alternativa. Então?!
Fialho d’Almeida escrevia em 1888: “As classes dirigentes povoam-se de teóricos que ninguém ouve, e d’especuladores que não lhes interessa se os ouvem ou não (…)”
4 comentários:
O pedido de luta contra o "extremismo radical" vindo do BE, é de bradar aos céus! Mas haverá mais radicalismo que o BE e o PCP?
Penso que o lider do bloco devia ser mudado. Acho que uma cara laroca nova ajudava!
Só quem ainda não sabe qual o "modelo" de sociedade que esta gente defende pode considerar tal proposta. Eles próprios não se levam a sério! Basta ouvir o que alguns "bloquistas" questionaram quanto às alianças ditas de "esquerda" este fim-de-semana. Uma palhaçada! Os tempos não estão de feição...
Este tipo é de uma demagogia do caraças....
Apanhado com os PPR nem buliu...
E o barquinho, ó Xico? Ainda navega? Quanto pagas na marina?
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