
A vantagem do partido de Passos Coelho está pouco acima de um ponto percentual, é certo, mas a tendência de vantagem dos sociais-democratas parece consolidar-se. Passos está à frente por uma unha negra; e nas eleições, estar à frente é estar mais perto de as ganhar
Os dois partidos não atingem no entanto scores muito elevados, nem sequer chegando aos 35% nas intenções de voto (a última vez que em Portugal alguém ganhou eleições legislativas com um score tão baixo foi Cavaco Silva em 1985), estando portanto a léguas de uma maioria absoluta.
Para essa maioria no Parlamento, o CDS de Paulo Portas parece decisivo.
Mais atrás estão os dois partidos de esquerda, PCP e Bloco de Esquerda. Os comunistas estão prestes a recuperar o lugar de quarta força política em Portugal... e desalojar o Bloco.
A força de Francisco Louçã está a revelar-se uma das grandes desilusões de 2011, podendo vir a perder metade da sua bancada no Parlamento.
Resumindo: tudo aponta, para que Passos Coelho possa vir a ser o próximo primeiro-ministro de Portugal.
E amanhã, a Eurosondagem vai dar-nos descanso: não haverá sondagem.
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