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segunda-feira, 18 de abril de 2011

FMI não perde tempo

a esquerda recusa liminarmente negociar com ele

Como se sabe, a «troika» - a missão conjunta da Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional – chegou na semana passada a Lisboa para analisar as condições financeiras do país, nos diversos sectores, e o estado dos sectores da economia com maiores dificuldades.

Hoje, como já assinalámos, está reunida com o Governo e pediu para reunir com o BE, o PEV e o PCP.

O Bloco já recusou, considerando ”inoportuna esta proposta de reunião” e alegando que “não compete aos partidos negociar com a troika” mas que o BE não deixará de “assumir toda a responsabilidade pela apresentação de soluções concretas para a crise económica e financeira. Assim, e sendo que é ao Governo e não aos partidos que cabe proceder a essas negociações”.

Os Verdes também recusaram, dizendo que "quem tem legitimidade para reunir ou negociar com esses senhores é o governo português, que os chamou a Portugal. Os Verdes são absolutamente contra esta entrada, desta dita ajuda externa a Portugal. Nós temos capacidade de seguir um rumo diferente, nós não queremos este rumo, nós não queremos estas negociações".

O PCP anunciou já, há alguns momentos, recusar o "seu envolvimento" nesta intromissão "ilegítima", que significa "ingerência, roubo e desastre", lembrando que "há alternativas".

Para amanhã deverá haver (?) reuniões com o PSD e com os parceiros sociais.

Imagem: retirada da Net, de autor brasileiro desconhecido

7 comentários:

Anónimo disse...

Ó Louçã responde-me a uma coisa: tu não pagas o teus calotes? Desculpa a minha ignorância. Sim porque andastes a mamar e agora vais mamar mais nas eleições

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Anónimo disse...

Estas p… de estrada não se calam. O pais a afundar e elas ao barulho. Pelo amor de Deus louça, vai pro alentejo e deixa-te ficar num sitio bem ermo com a Odete Santos a pensarem que o Alentejo ainda ha-de ser nosso. Cambada de mamões. Voces querem provar o quê? Inuteis, desgraçados, mamões, chulos. Afogai-vos nos submarinos do Paulo Portas. Afinal esse vigaro até pagou mais 30 milhoes por submarinos mais fracos que a encomenda. Fabuloso. Faz-me lembrar os negocios do Dias Loureiro no BPN. Cambada de gatunos Larápios. Como é que ainda ninguem vos enfiou com uma bala nos cor.....???

Anónimo disse...

a troika que va averiguar a conta bancaria dos gajos que teem fortunas elevadas

A. Bual disse...

Ao contrário do Rui do Porto,que acaba por dobrar a espinha ao poder (qualquer que ele seja),o que hoje se pode dizer é que só há uma saída.A luta.Quem não luta sabe que a derrota é certa,sabe que a receita está a ser cozinhada como se cozinhou noutros países com tão funestos resultados.Os resultados que o FMI e restante camarilha conseguiram na Grécia e Irlanda mostram à evidência o fosso que nos preparam.Para quê?Para estarmos piores que antes?Basta ler o que Maria Amélia guimarães escreve para nos perguntarmos se é isto que queremos para o nosso país.E o caminho de facto aponta para uma coisa tão clara que até dói.A luta.Por Portugal e pelos portugueses

Anónimo disse...

Há que tomar medidas para aqueles que não pagam impostos (profissões liberais) ou pagam abaixo do devido (bancos), tornar obrigatória a passagem de factura, fechar o off-shore da Madeira (saíram por lá mais de 50 mil milhões), não construir o novo aeroporto (o lobby francês já esteve em Lisboa, mais de duas dezenas de empresas de equipamentos diversos) nem o TGV. Investigação aos contractos das PPP ( o livro do Sr. Juíaz Carlos Moreno é esclarecedor)- Automóvel de empresa apenas para o seu presidente. Reformas dos políticos apenas aos 65 anos contando para a reforma os anos passados em cargos públicos e outros a trabalhar, havia de ser lindo. Fim do emprego para boys. Acerca do acima mencionado, ainda não se ouviu nada proveniente da nomenklatura da UE (coniventes com a situação) nem do ...

Anónimo disse...

Os delegados do FMI estão a perscrutar a sociedade portuguesa, andam de um lado para o outro a pé, vão vendo e ouvindo.
Os portugueses estão de férias prolongadas, no bem-bom, popós pela auto-estradas fora, praias, novos centros comerciais... imigrantes brasileiros e africanos bebendo cerveja o dia inteiro, praias cheias mos dias de semana...
Não se espantem nem se queixem se o FMI quiser cortar subsídios de férias, de natal, etc, etc. Vocês estão a provocá-los com esse vosso bem-estar