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sábado, 10 de janeiro de 2009

Cavaco quer legislativas com autárquicas

sócrates quer legislativas antes das autárquicas
Os diferendos entre o Presidente da República e o primeiro-monistro tendem a agudizar-se. Agora levanta-se o problema das datas dos próximos actos eleitorais.

Cavaco Silva não desistiu de ter duas eleições em simultâneo, pretendendo que se realizem legislativas e autárquicas no mesmo dia.

José Sócrates rejeita esta hipótese e prefere que a haver dois actos eleitorais num mesmo dia, deverão juntar-se as eleições europeias com as legislativas.

Outro foco de tensão já está no ar e respeita à lei que altera o voto dos emigrantes, que o Presidente não vai aceitar, depois de ter promulgado, contrariado, o estatuto do Açores.

No entanto, o diploma que põe fim ao voto por correspondência ainda não chegou a Belém.

Em época de crise económica e financeira, só o que nos faltava era uma birrinha entre o Presidente e o Governo.

13 comentários:

Anónimo disse...

Deixe lá amigo Lourenço, crise?... nós até somos um País rico em tudo, até em birrinhas como convém, é que assim os Portugueses andam mais distraídos, só futebol, telenovelas, neve, frio, casos Joana, apitos dourados, casa Pia e outras, não chegam para distrair a maralha, então esbanja-se os nossos impostos em três eleições, ou em duas a favor do "Engenheiro". O Sr. 1º Ministro, continua a fazer dos Portugueses uma cambada de estúpidos, está a olhos vistos o que ele pretende, que se cuide, o tiro vai sair-lhe pela culatra

Menina_marota disse...

"Em época de crise económica e financeira, só o que nos faltava era uma birrinha entre o Presidente e o Governo"

Eu resolvia a situação: dava uma valente palmada aos dois!

Porque com todas estas birrinhas quem paga a factura é o ...POVO!

Mas eles parece que se estão "borrifando" para isso (desculpem a expressão.

Um abraço e um 2009 o melhor possível.

A. Barroso disse...

Continuo a dizer que José Sócrates acabou por se afirmar como o melhor Primeiro-ministro do Partido Socialista desde a aprovação da Constituição Politica da República Portuguesa de 1976. Apesar de não ser da área de direito como Mário Soares, sempre se vai entendendo com os dossiers. Mas também não deixo de dizer que não há vela sem senão.

Não é menos verdade que a originalidade do executivo balanceia mais para a prática de erros graves que bem podia evitar, já que, no fundo, pouca repercussão têm no interesse público, mas muita repercussão na imagem de José Sócrates e também nos atropelos à sua governação. Reconheço, reconhecemos todos que foi o primeiro-ministro a pegar a sério na reforma da administração pública. Embora lentamente, lá vai avançando, contornando os obstáculos que não são poucos. Pelo que tem vindo a público é fácil concluir que os professores não têm razão.

Eu bem sei que a convivência com um Presidente que já foi líder do PSD e Primeiro-ministro desta formação partidária, é difícil.

Anónimo disse...

É urgente e necessario,modificar este estado de coisas. O 25 de Abril veio dar liberdade e terminou com uma guerra sem sentido. Já é tempo de esta Democracia se afirmar como sendo emancipada. Afinal já lá vão quase 35 anos. Com esta idade está o ser humano na sua melhor forma. É quando toma as decisões mais importantes e responsaveis da vida. A apatia em que mergulhamos tem de ser culpa de alguém. Os jovens não se importarem e nem ligarem à causa pública faz parte de uma doença que não poderá continuar por muito mais tempo. Os politicos em sena são na maioria os mesmos desde 74. Estão velhos e muitos até já se encontram meio xéxés. Não se apercebem mas já não têm ideias e já estão a prejudicar o País e o partido ao quais pertencem.

Toni

Célia P. disse...

O fosso que se larga progressivamente entre a população em geral e os 250 deputados, eleitos para Assembleia da República, não pode continuar.
Para inverter esta situação, os deputados tem que ser eleitos por circulos locais, confrontando e conhecendo as regiões que os passarão a eleger. Para além desta modificação, efectivamente tem que se reduzir o nº de deputados e também pagar-lhes mais. Esta medida fará, com que o nível suba, deixando de estar representado na Assembleia, gente, que ao ir para lá só pensa no seu futuro pessoal e não ser o nobre representante de um Povo, com novecentos anos de História.

M.S. Freitas disse...

A lei diz que é o Governo que marca as eleições locais.
A data-limite para esse agendamento é 28 de Julho (80 dias antes do último domingo antes de 14 de Outubro, último dia para o acto eleitoral, que terá que decorrer entre 22 de Setembro e 14 de Outubro).

Quem marca as legislativas é o Presidente da República, e a data-limite para a decisão é 12 de Agosto (60 dias antes do último domingo possível para estas eleições, que terão que ser entre 14 de Setembro e 14 de Outubro).

Ou seja, Cavaco tem mais duas semanas do que Sócrates para decidir, o que deixa o Governo em desvantagem caso haja conflito de posições.

Mário G. disse...

Cavaco é muito bem capaz de impor a proximidade entre os dois actos eleitorais, prejudicando os interesses do PS, que tem razões inconfessáveis para a contestar, porque, tendo o PSD a maioria no poder local, mesmo que este partido perca câmaras, a folga que leva de vantagem dificilmente o colocaria na posição de perdedor.
Não podemos esquecer qual é a família política de Cavaco e esta não tem razões para andar de boas relações com o PS que sempre, sobretudo quando foi 12º ministro, considerou o maior “inimigo” do PSD…
Os socialistas arriscam-se a ser prejudicados para as eleições nacionais, pelo arrastamento da predominância laranja nas autárquicas.
Todo o jogo político é porco. Mas em Portugal costuma ser ainda pior.

Anónimo disse...

Mário G., mas o contrário também é válido!

Victor disse...

Lembro que, em caso de uma eventual demissão do governo, o Presidente da República tem direito a em espaço de tempo menor entre a convocação e a data das eleições, ou seja, apenas 50 dias.

Quer dizer que José Sócrates teoricamente pode dispor desse meio para evitar que legislativas e autárquicas ocorram no mesmo dia mas isso tem prazo limitado, porque a partir de determinado momento Cavaco Silva poderá de qualquer modo marcar eleições antecipadas e locais para uma só data.
Uma confusão total, não é?

Ortizpaulo disse...

O PR e PM, cada um a seu tempo, tem enormes responsabilides
no lamaçal em que, com os seus amigos, lançaram este País.
A actual crise não os insenta de, antes dela, terem dado su-
miço aos milhões que entraram em Portugal e foram parar aos
bolsos dos amiguinhos em vez de fomentar alavancas de pro-
gesso que tanto nos eram necessárias.
Muitos alertas foram feitos mas, não ouvidas

A. Candeias disse...

Já á muito tempo que digo e torno a dizer, se os politicos todos eles sejam de que cor partidária forem, estivessem a velar pelos interesses dos portugueses e do país á anos que as eleições eram feitas no mesmo dia para governos, Camaras e quando houvesse para P: da Respublica poderiam também juntá - las assim haja vontade e intersse politico, mas dúvido muito desse interesse, e depois como é que os partidos e seus satélites iam buscar dinheiro? Falo á vontade porque á anos que deixei de votar nesta gente que nos ou se têm governado, desde o 25 de Abril para cá.

A.S. - Mónaco disse...

TEM QUE SE RESOLVER SEGUNDO OS PRAZOS PREVISTOS, E SEM INFLUÊNCIAS DE NINGUEM...ASSIM NÃO HAVERÃO CONFLITOS, A NÃO SER QUE UMA DAS PARTES, QUEIRA ALTERAR EM SEU FAVOR AS DATAS, MAS ISSO SERIA O DESPOLETAR DE MAIS CONFLITOS QUE NADA TRAZEM DE POSITIVO PARA NÓS, O POVO PORTUGUES...

AS - Mónaco

Anónimo disse...

aquilo são dois pastéis de belém?