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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Mais uma greve de professores

avaliações ou estatuto? e os alunos, senhores?!...
Imagem recolhida na Net, de autor desconhecido
O líder sindical reclamava ontem um êxito estrondoso da greve de professores, com 90 por cento de adesão.

O Ministério diz outra coisa e apresenta dados muito concretos: durante a manhã de ontem, a maior adesão registou-se na área de influência da Direcção Regional de Educação do Centro (47 por cento), seguida do Norte (45 por cento) e Algarve (39 por cento). O nível de adesão na região de Lisboa e Vale do Tejo ficou-se pelos 36 por cento, enquanto no Alentejo verificou-se a adesão mais baixa, na ordem dos 23 por cento.

Quanto às escolas encerradas, o comunicado apresenta também dados reveladores: as maiores percentagens foram registadas no Centro (41 por cento) e no Norte (34 por cento). Lisboa e Algarve ficaram-se pelos 19 e dez por cento, respectivamente, enquanto no Alentejo a percentagem de escolas fechadas, segundo o ME, foi de seis por cento.

Concretamente: dos 1170 estabelecimentos de ensino, 318 (27 por cento) estiveram encerrados.

Isto é a guerra dos números que, pelos vistos, interessa muito os sindicatos mas começa a preocupar os pais que já exigem “serviços mínimos”.

Este é um braço de ferro que começa a não ter sentido: primeiro eram as avaliações, cujas regras o Estado-patrão definira com a concordância da “frente sindical”; como o Ministério fez cedências, a “motivo” passou a ser o estatuto da carreira docente… que a frente sindical também assinara.

E os alunos? E os pais contribuintes? Esses não interessam nem a sindicatos nem ao Ministério?

42 comentários:

Maria Estela disse...

O problema é que os dirigentes sindicais, como não dão aulas, não poderão aceder à categoria de professores titulares. Esse é o grande conflito. E o estatuto positivo será o que os deixar progredir sem dar aulas.

J. Carvalho, Vidigueira disse...

Muito bem Sr. Mário Nogueira, continue assim que vai no bom caminho, se as instituições democraticamente eleitas não lhe fizeram a vontade e aos seus seguidores, agende já a próxima jornada de luta, talvez o bombardeamento do palácio de S. Bento e a ocupação da RTP, SIC e TVI, e ocupe V. excia. o poder, depois é que vai ser bom, quem não estiver consigo lá terá de ir para a Sibéria para o goulag...

Celeste Parente disse...

Eu dirijo-me a si, José Carlos, que sei que também é professor e que não sei se está de acordo com esta bandalheira movida por um fulano oportunista, que deu aulas no ensino primário acho que dois ou três anos...
Eu queria perguntar isto, a si, ao primeiro ministro, aos professores, a quem quer qyue seja:

Se o Estado é o patrão, como diz o José Carlos, tem ou não o direito de avaliar?
Não é o Estado que paga?

Se o Estado é o patrão, tem ou não tem o direito de definir as regras de avaliação, aque são as regras do trabalho?
Não é o Estado que paga?

Ou são os "empregados" sejam professores, operários, indiferenciados, ou outros quaisquer quem define as regras da empresa?

Ou eu estou a ver mal?

Queixam-se dos Estatutos porque tem divisões de categorias?
Mas qualquer empresa tem o Patrão, o encarregado, os mestres e contra-mestres.... E só alguns é que lá chegam...

Porque é que os professores haveriam de chegar todos, se não à categoria de patrão, pelo menos à categoria de encarregado?

Desculpem, senhores professores, mas eu tenho filhos na escola e temos sido muito prejudicados com esta "bagunça". Pago os meus impostos e tenho direito à educação para os meus filhos!

Anónimo disse...

E porque não trabalham ? Isto é um país de calões queixinhas e o contribuinte que pague. Como cidadão apetece-me apresentar a minha conta aos comunas.

Farense disse...

A Maria Estela está redondamente enganada: Os sindicalistas acedem a titulares sem dar aulas. Foi-lhes dada essa benesse no ano passado quando assinaram o memorando de entendimento com o ME. Neste ano como os professores se manifestaram contra o modelo de avaliação, os sindicatos quebraram o que assinaram para não perderem os sócios. As duas manifestações com mais de 100.000 foram da iniciativa dos docentes. Os sindicalistam viram-se para o lado que lhes dá mais jeito.

Anónimo disse...

Como encarregado de educação, tentei esclarecer-me sobre o assunto e cheguei a uma conclusão inesperada: a avaliação de desempenho conforme o modelo do ME prevê que só em situações muito excepcionais um professor possa ser penalizado. Se no sistema anterior a mudança de escalão era de 95%, com este modelo, a percentagem deve ser igual ou maior. Portanto, como podem vocês dizer que os professores rejeitam este modelo porque têm medo de ficar sem privilégios? Pelo contrário, este modelo, com o Muito Bom e o Excelente até lhes permitiria subir mais depressa de escalão. É por causa disto que eu cada vez estou mais do lado deles: o que muitos pais não perceberam é que eles estão contra o processo e não os resultados; eles estão contra as cotas, a divisão da carreira, a avaliação inter-pares e a burocracia. O que está emcausa não me parece que seja a avaliação propriamente dita...

José Luís

Hélder Veríssimo disse...

Penso que o Governo está demasiado brando com estes srs "doutores"! A paciência começa a faltar, sr. Sócrates.

Anónimo disse...

Quando os senhores professores resolverem começar a trabalhar, avisem os portugueses, para ficarmos a saber que já passou a moleza e que os alunos vão recomeçar a aprender. Vai ser difícil, agora que se habituaram a esta história das greves e protestos, mas se conseguirem libertar-se da dependência do camarada Nogueira vão ver que até nem é assim difícil voltar a fazer alguma coisa de útil. E a justificar o que ganham e as regalias que têm.

José disse...

Cada vez que exigimos mais do país através do Governo que foi legitimado pelo voto dos portugueses, seria expectável que em processo negocial se adiantasse o que se pensa em alternativa, o que ceder em troca. Até agora ainda não se vislumbrou por parte dos Professores e dos seus representantes que pretendem ser parte da solução, com maior responsabilização dos alunos, dos professores e da escola pública e para criar riqueza no nosso país. Ao invés, o que temos visto é a ausência de propostas negociais construtivas e uma política de quanto pior melhor.

Setubal, 20/1/2009

FSReis disse...

A greve nacional de professores teve uma adesão semelhante à obtida no dia 3 de Dezembro. Foi uma grande demonstração de unidade e de disposição para prosseguir a luta. Os professores mostraram que estão dispostos a prolongar a luta até ao final do ano lectivo. ...

Hélder disse...

O governo devia ter vergonha por querer avaliar os professores através deste modelo ridículo. Por não querer ceder, esvaziou o modelo de avaliação ao ponto de dispensar os professores da componente técnico-pedagógica. Resta apenas a burocracia. Um conselho ao 1º ministro: dê instruções aos seus deputados para, uns votarem a favor da suspensão e outros faltarem . Assim, salva a face pois parece que não cedeu e resolve esta embrulhada. Tenham vergonha! Este modelo avalia o quê? E depois dizem que os professores não querem ser avaliados.

José disse...

É com apreensão, que se verifica que os sindicatos continuam com um discurso sem alternativas concretas adequadas, que mostrem que os professores querem ser avaliados, que não apostem unicamente numa guerrilha sem fim. Cada vez que pedimos ou exigimos algo do Estado, devemos pensar o que podemos dar em troca. Só assim os Sindicatos começam a merecer o estatuto de parceiro social, só assim significará que querem ser parte da solução e abandonar a estratégia de guerrilha permanente.

Setúbal, 20/1/2009

Anónimo disse...

Vi ontem na SIC mais uma entrevista fantástica do sr. Nogueira, essa grande referência dos "professores". Entre outras afirmações delirantes, explicou como contabilizam os grevistas: não conta os professores que fazem greve, mas as aulas que não são dadas!!! "Perguntem aos vossos filhos as aulas que não tiveram..." dixit. Fantástico. As escolas fechadas a cadeado (por quem?) tiveram 100% de greve. As escolas onde os alunos foram mandados embora ao 1º tempo por "professores" que garantiam que não havia aulas tiveram 100% de greve. Mas a isto ainda há que somar o sr. Nogueira que está de greve há 23 anos (sem trabalho, sem desconto, sempre avaliado e sempre promovido até ao topo), todos as centenas de sindicalistas públicos igualmente em greve permanente (também pagos pelo erário público), os milhares de professores com baixa e os outros milhares que tiveram de faltar (porque sim ou porque não estão para ser insultados pelos "camaradas"). Assim sendo, como é que nas contas do sr. Nogueira não chegam aos 140%??? Os números do Ministério são comprovados pelos dias descontados. Pode a "frente" explicar os seus critérios? De aldrabice em aldrabice até à derrota final

pai agradecido disse...

OS MEUS AGRADECIMENTOS sinceros aos professores do Miguel e do João, que em duas escolas públicas de Faro tiveram a coragem de remar contra a corrente - e contra a pressão vergonhosa de alguns sindicalistas encartados. Apesar de discordarem, nalguns pontos, do actual modelo de avaliação do Ministério, puseram os alunos em PRIMEIRO LUGAR e não abdicaram do seu direito em dar aulas! Só com exemplos desta dignidade é que se poderá voltar a negociações honestas, SEM ULTIMATOS, a bem da Escola Pública!

S.L.

Admirador do camarada Nogueira disse...

Força, Camarada Nogueira! As escolas já são nossas. Os putos estão a ser trabalhados. O Governo cairá! Viva Cuba! Viva a Coreia do Norte. E a Etiópia e o Irão! Ah!, ganda professor Nogueira, orgulho do Portugal atrasado! Resultados, pra quê? Avaliação, pra quê? Exame de entrada na profissão, pra quê? Directores responsabilizáveis, pra quê? Hierarquia nas escolas, pra quê? Aulas de substituição, pra quê? Computadores nas escolas, pra quê? Compararmo-nos com a Europa, pra quê? Na Coreia, onde as escolas são públicas a valer, é que nós vivíamos bem, não era, camarada Nogueira?

Anna disse...

Esse josé socretino de setúbal ouviu o discurso do obama! falta de imaginação! pagam assim tão mal no partido? é verdade o que faz o sr?representa quantos pais? espero que o lápis azul deixe passar esta!

Lúcio disse...

Já era de esperar a diferança dos números que o José Carlos refere. Não se entendem nem nunca se vão entender. A meu ver estão os dois errados se olhar por um prisma,mas estão os dois certos se olhar por outro. Cada um lê os numeros que melhor lhe convem. A garrafa de vinho está meia cheia para uns e para outros está meia vazia. O País precisa de ver acordos e não greves. A situação não está para brincadeiras. Neste momento ter um emprego estavel era o que qualquer mortal desejaria

FERNANDO COSTA disse...

Qualquer cidadão, num estado democrático, numa convocatória de greve, não tem que explicar se vai ou não aderir à greve. É insconstitucional. Estando convocada, esperem sempre com a não presença da senhora, neste caso, da Senhora Professora. Respeitem e serão respeitados. Acontece nas greves dos autocarros, médicos, juízes, etc. Só não acontece com os sectores que não fazem greves, pois já estão tão enterrados, que perderam qualquer direito reinvindicativo (legítimamente democrático). Para alguns, liberdade é ir escreve uma cruz de 4 em 4 anos. Para outros é mais que isso, pois ando informados. Não digo pela comunicação social, pois esta está feita com o poder. Nota-se isto de uma maneira impressionamente. Por exemplo com o pouco destaque dado a esta greve de proporções históricas... Mas o que é que interessa isto a um povo que começa a preocupar-se com o que vai ter para comer no dia seguinte. É assim, nos países retrógrados e corruptos. Temos o que merecemos. Nada mais.

M. Alice Gonçalves disse...

Os professores podem estar cheios de razão, mas que dizer deles quando como ontem me aconteceu, de manhã telefonei para a escola do meu neto para saber se a prof. fazia greve ou não. Fui informada que nenhuma avisara do que faria,pelo que me aconselhavam a ir verificar à hora de entrada se a senhora ia ou não.Assim fiz e à hora certa lá estava com o menino e tive de voltar para trás porque a senhora ...fizera greve! Mas ninguém sabia! No caso dos meus filhos não houve problemas, porque me tinham a mim. Mas os que chegaram lá para deixar os filhos e ir trabalhar e não tinham ninguém com quem os deixar? Como se "desenrascaram"? Na minha maneira de ver, perdem toda a razão agindo desta maneira!!! Não será asim?

Laura disse...

Um comentador, muito atento e profundamente conhecedor do que se passa nas Escolas, afirmou que os Docentes auferem 3000 Euros/mês. Logo a seguir uma licenciada, quase sempre há um licenciado que se afirma como tal, aplaudiu aquele! Bom, perante isto... Depois é interessante verificar que todos trabalham muito, só os Professores não! E os marotos nem querem ser avaliados... Pois, os Professores estão nas Escolas para ensinarem, se os deixarem. Os alunos estão lá para aprenderem, se os respectivos pais assim o entenderem. A uns e outros deve ser exigido que cumpram. Só esta exigência poderá devolver às Escolas o papel que na Sociedade lhes compete.

Miriam disse...

O mal do nosso país - o raio da inveja. Podem todos estar mal, mas se se puderem devorar uns aos ooutros devoram-se... Que comentários mais degradados e degradantes por aqui se lêem. Tenham vergonha e não abram a boca, pois dizem asneiras e comentam mal, o que não conhecem. Vivam os professores! Uma encarregada de educação

Fedor disse...

Quem tem tem filhos na escola, como eu, tenho dois, não fica nada surpreendido com uma grande adesão dos professores á greve. Eles não é preciso haver greve para faltar, são de facto uns calões. Logo marcaram a greve para uma segunda feira, que dá mais jeito, para ter um fim de semana de 3 dias.

Anónimo disse...

Eu, sempre achei que os senhores que nunca fizeram parte do 25 de Abril nunca gostaram dos sindicatos, por isso esse seu comentário não dis nada aos professores, muito menos aos sindicatos viva a luta dos professores

Sete disse...

Acho bem e que ninguém cumpra com o que esta ministra quer.Ponto final.

O PARVO disse...

Tive uma ideia brilhante, senhor PM, senhores professores, senhora ME, meninos e meninas: privatização geral do ensino público! Acaba-se o problema de uma vez, terminam greves e manifes, tudo contente, tudo right, tudo ok, sim-senhor-director. Avaliação ou não-avaliação, já era. Ordenado, sim, patrão. Carreira? sim, chefe. Pois.

Joaquim Ferreira disse...

ESTE GOVERNO não sabe negociar!... Impôs a destruição de uma carreira, a implosão DE TUDO, unilateralmente. Congela A carreira, destrói as Universidades... Esqueceu-se? Pois os professores e os portugueses Não! O que significa NEGOCIAR para V.ª Ex.ª, Senhor Primeiro ministro José Sócrates? Acha que é idóneo NEGOCIAR SEM DIÁLOGO? Afinal, o que significa DIÁLOGO para V.ª Ex.ª? SOMATÓRIO DE DOIS MONÓLOGOS...? Crê que NEGOCIAR é estar presente numa reunião onde a Ministra entra CEGA (não demonstra ter lido tão pouco o Memorando de entendimento que assinou!)? Este Governo, ouve, mas não escuta... Tem de aprender a escutar ou terá de aprender também a ouvir... 120.000 Professores deveriam ser suficientes para que aprendesse a escutar... Ou será que é de facto mentalmente incapaz de ouvir? Sofrerá de cegueira auditiva? Entra e sai dos encontros sem ouvir nem alunos nem professores. E foi a minha filha a Lisboa para numa comemoração para a Senhora Ministra abandonar antes de actuarem! Afirmou que se pode "acusar o Governo de tudo, menos de não ter tentado negociar"? Pois, meu caro Sócrates...! Eu, professor, acuso-o de AUTISMO!

Anónimo disse...

Além de não terem aulas, acho que o pior é o exemplo que dão de não quererem ser avaliados e de voltarem atrás na sua palavra.

Se eu fosse aluno, também faria greve porque, tal como os meus professores, não quereria ser avaliado!

Ou ainda melhor, avaliação, só se fosse eu mesmo a avaliar-me, ou os meus colegas! Faz algum sentido

Francisco Simões disse...

Sra Miriam acusa os outros de comentarem mal. Já olhou para o seu comentário? Tem vários erros de português e em construções gramaticais é um perfeito desastre. Quando comentar tenha respeito pelos outros pois a Sra, a avaliar pela qualidade do seu comentário, não tem nada para se pôr em bicos dos pés.

Anónimo disse...

A guerra dos números interessa sobretudo ao ministérioo e à ministra da educação que com este tipo de política é quem está a mais nesta história.
O tempo dirá quem vai ter razão. É só esperar mais uns dias. Essa tentativa maniqueísta de tentar por os pais contra os professores alegando o interesse dos alunos é deveras muito interessante. Ou seja, não tem interesse nenhum. Enfim...
João Martins

Álvaro disse...

Os sindicatos de professores lançaram um ultimato ao Governo, prometendo endurecer a luta com mais "greves e manifestações", se o Executivo não ceder.
Mas que é isto, meus senhores?
Ultimato? Desde quando é Democracia o que pretendem os sindicatos e os professores?

Arcanjo disse...

Se houvesse sindicatos a sério e não filiais de partidos isto já estava resolvido.Mais uma volta mais uma viagem...

Jovilo disse...

Ai Nogueira,Nogueira. Qual é o teu objectivo? Secretário Geral do PCP, ou da CGTP?O que é quase o mesmo?!

Carlos, Algarve disse...

Os proprios profs. já não sabem o que querem e para que é que se manifestam. Coitados, e os alunos é que pagam...

Salvador disse...

Não sei se estão a falar a sério... Se estão, não será caso de... pedo-psiquiatria?
Só crianças fariam isto --------> O MUP, um movimento não sei quê de professores, vai pedir ao Presidente da República que dissolva o Parlamento, como a única forma de derrotar as "políticas destrutivas do Governo e salvar o ensino em Portugal" !!!!
É para rir?????

profe.com disse...

O trio infernal, aceitou simplificar muita coisa, concordando inclusive na tv que muitas medidas do modelo de avaliação aprovado eram erradas (dando um arzinho de humildade e capacidade de compreender o próximo que comoveu muitos apreciadores do governo socretino e deste trio infernal em particular).

LAMENTO SER DESMANCHA-PRAZERES.
O GOVERNO ATIROU MUITA COISA PARA CANTO, ESTE ANO, DESDE QUE OS PROFESSORES CUMPRAM O MODELO SIMPLEX, QUE PARA MUITOS,QUE NÃO QUEIRAM MAIS DO QUE BOM, AINDA SIGNIFICA MENOS CHATICES QUE NO MODELO DE AVALIAÇÃO ANTERIOR AOS SOCRETINOS (O TAL MODELO DE AVALIAÇÃO QUE O SOCRAS PASSA O TEMPO A DIZER QUE NÃO EXISTIA.

Porem, o mesmo governo, mantém a legislação complex, para aplicar a partir de setembro de 2009, incluindo todas ascoisas que o próprio trio infernal já tinha admitido estarem mal e necessitarem de correcção.

POR ISSO É PRECISO CONTINUAR A LUTAR.
OS PROFESSORES QUE FINGIRAM QUE O GOVERNO TINHA SIMPLIFICADO ALGUMA COISA PARA MELHOR, PARA PODEREM METER O RABINHO ENTRE AS PERNAS, FICARAM FOI ACOBARDADOS.

Mái-nada! disse...

Isto não é uma democracia parlamentar?
Não vão todos em fila cumprir o "dever cívico" de 4 em 4 anos? Se fazem isso só significa que aceitam e colaboram com o regime parlamentar.
Portanto, respeitem mas é a assembeia que elegeram e se não gostam, esperam + 4 anos para dar a volta à coisa.

Vê-se-ao-longe disse...

A Fenprof decidiu, num acto desprezível, apertar os professores do PS, publicando fotos em que estes apoiam propostas de outros partidos...

E esperavam o quê deste dirigente sindical? Ele está é a tratar da vidinha dele em direcção a futuro secretário geral da CGTP, aproveitando-se do descontentamento dos professores.

O homem não brinca em serviço.

Antunes disse...

Esta história dos Professores vs Governo não ata nem desata. A Ministra da Educação fez o seu "Simplex" como que este ano metade das coisas ficam suspensas e para o ano a conversa será outra, até porque se o Executivo de José Sócrates sair vitorioso nas próximas eleições, muito provavelmente esta história não terá um fim à vista.

Tenho conhecimento de docentes descontentes com estas medidas e outros a favor - um verdadeiro caso bicudo.

Outro caso bicudo será executar o plano de combate à crise por parte do Governo, em parte parece idêntico ao novo Presidente dos Estados Unidos, afinal de contas, tanto um como o outro têm em mente investir em energias renováveis, criação de estradas e pontes, educação - através de obras públicas, criação de emprego entre outras.

Entre tantas outras coisas, o Governo tem ainda largos meses (o que na prática até são poucos, porque a curto prazo será impossível resolver todos aqueles problemas), para dar mais uma vez prova da eficiência e eficácia.

Não quero com isto dizer que este Governo é danoso ou benévolo relativamente a Portugal.

Anónimo disse...

Por favor parem com esta brincadeira.
OS senhores professores ,não querem nenhuma avaliação. Esta é a verdade.

Farto de profes-idiotas disse...

Já agora srs professores não se esqueçam de exigir que querem progressão de carreira automática todos os anos e com o respectivo aumento de vencimento 2% acima da inflacção ( como vão ter este ano ), com a respectiva reforma após 20 anos de serviço ( devido à profissão ser de alto desgaste ), que querem ser os próprios a escolher o ministro da educação e não os restantes portugueses que não percebem nada de escola ( embora lá tenham andado também ) e mais alguma coisa que me tenha esquecido ( peço desculpa aos meus patrões-os professores-tá !? ).

C.F. disse...

Com tanto contorsionismo por parte dos professores, qualquer dia o povo exigirá um referendo para debater e votar sobre quem tem razão.
Apresente-se ao Povo, duma vez por todas, tudo aquilo a que os professores têm direito, e tudo aquilo que nos dão como contrapartida. Compare-se com a vida do resto dos portugueses, e vote-se.
Ficaremos sem dúvidas sobre se o Povo apoia ou rejeita a proposta do Governo.

C.Ferreira, Monchique

Obikuelo disse...

A imbecilidade dos portugueses é esta: vêm para aqui criticar os professores, desdenhar da sua honorabilidade e intelectualidade superior e deixam a Ministra e a sua corja meter a mão em 300 mil euros e nada acontece.Ai não sabiam que a Ministra, o chefe de gabinete, mais o Paulo Pedroso(aquele da Casa Pia) ,todos professores num hipotético instituto superior... fizeram a tramoia para pagar a João Pedroso ( irmão do Paulo) esta quantia para fazer uma consolidação da legislação sobre a educação.?E que nada foi feito? E que o sujeito recebeu o dinheiro? Porque é que os portugueses são tão imbecis e parvos? Ainda bem que nasci em Moçambique. Energúmenos do caraças...